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Programação de Junho

Venha conferir também os programas virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

 

 

Exposição
Lideranças Quilombolas do Rio de Janeiro: História e Resistência

O Museu da Justiça inaugura, no próximo dia 3 de junho, a exposição “Lideranças Quilombolas do Rio de Janeiro: História e Resistência”, mostra dedicada ao protagonismo das mulheres quilombolas na construção da história, da cultura e das lutas por direitos no Brasil. A abertura acontece em uma data simbólica: o Dia Estadual em Homenagem à Mulher Quilombola, instituído pela Lei Estadual nº 9.641/2022. Realizada em parceria com a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (COEM), a exposição reúne conteúdos históricos, fotografias, vídeos e instalações interativas que destacam trajetórias marcadas pela resistência, pela ancestralidade e pela defesa dos territórios quilombolas.

De Dandara dos Palmares a Dona Eva e Tia Uia, a mostra apresenta ao público histórias de importantes lideranças quilombolas do passado e presente que são referências fundamentais na luta pelo reconhecimento e preservação das comunidades quilombolas no estado do Rio de Janeiro. Além disso, divulga a fundamental atuação da Associação das Comunidades Quilombolas do Estado do Rio de Janeiro (ACQUILERJ) e do projeto “Dandara: Vozes Quilombolas pela Justiça” na contemporaneidade. Ao conectar memória, justiça social e valorização das culturas afro-brasileiras, a exposição reafirma o compromisso do Museu da Justiça com a preservação da memória e com o fortalecimento de reflexões sobre igualdade racial e de gênero, direitos e democracia.

3 de junho, às 9h
Segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar, – Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Exposição
Justiça e Tecnologia: o objeto evoca a passagem do tempo

O Museu da Justiça inaugura, no dia 7 de maio, a exposição “Justiça e Tecnologia: o objeto evoca a passagem do tempo”, que convida o público a refletir sobre as transformações do fazer jurídico a partir de objetos históricos de seu acervo. Realizada no contexto das comemorações do centenário do Antigo Palácio da Justiça, a mostra propõe uma imersão na evolução das práticas e instrumentos que marcaram a atuação do Judiciário, revelando como diferentes épocas se expressam por meio da materialidade, estética e funcionalidade desses itens.

A exposição apresenta objetos tecnológicos utilizados ao longo da história do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, evidenciando como o avanço técnico contribuiu para a modernização dos serviços e para a ampliação do acesso à Justiça. Mais do que peças funcionais, os itens expostos são tratados como testemunhos históricos e culturais, permitindo compreender não apenas mudanças operacionais, mas também transformações sociais e institucionais. A mostra reforça o papel do Museu da Justiça como espaço de preservação da memória e de reflexão sobre o passado e o presente do sistema judiciário.

2 a 11 de junho
Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Espaço de Arte Desembargador Deocleciano Martins de Oliveira Filho
Hall da Lâmina III do TJRJ
Rua Dom Manuel, 37 – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: livre
Entrada franca

Exposição
Inversão de Valores

O fantástico domínio da natureza sobre a vida humana encontra equilíbrio na exposição de arte visual “Inversões de Valores”, que o Museu da Justiça de Niterói inaugura no dia 10 de junho, o qual busca ampliar o debate sobre justiça e educação socioambiental. Na fase verde, o artista Marcelo Melo traz a atmosfera da refrescância para regenerar pensamentos de forma crítica e brincante, sugerindo às crianças de todas as idades a atenção sobre as urgências e emergências ambientais que atravessamos hoje. Com a elaboração de um graffiti exclusivo para a exposição no Museu da Justiça, a exibição está impactante e conta com mais de 40 obras, dentre pinturas sobre telas e materiais reciclados, ilustrações e materiais audiovisuais distribuídos nas salas “Apuramento e Sofisticação” e “O Papel Social do Artista”, com agenda aberta para visitas guiadas.

10 de junho, às 15h
Segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Música no Museu
Alessandra de Lucena | Piano

O projeto Música no Museu dá continuidade à sua programação de junho com a apresentação da pianista Alessandra de Lucena.

Com trajetória marcada pela atuação como solista e camerista, Alessandra de Lucena é bacharel em piano pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e realizou sua formação no Conservatório Brasileiro de Música. Ao longo de sua carreira, participou de diversos recitais e recebeu Menção Honrosa no Concurso Nacional de piano Souza Lima, em São Paulo.

Nesta edição, a pianista apresenta um repertório especialmente preparado para o projeto, reafirmando o compromisso do Música no Museu com a valorização da música de concerto e a diversidade artística de sua programação.

12 de junho, sexta-feira, às 12h30
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Salão Nobre
Rua Dom Manuel,29, 3º andar – Centro, Rio de Janeiro
Capacidade: 48 pessoas
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

Troca de Livros Niterói
Convidado - Bruno Policarpo

O projeto Troca de Livros abre espaço para o diálogo em sua nova edição especial, trazendo um bate-papo e entrevista com o agente cultural Bruno Policarpo. Criador da biblioteca comunitária Jornateca Conceição Evaristo, em São Gonçalo (RJ), iniciativa voltada à democratização do acesso ao livro e à leitura, Bruno compartilhará sua experiência na gestão de saraus, clubes de leitura e projetos sociais. Como pai de dois meninos, leitor e ativista, ele utiliza a literatura como uma poderosa ferramenta de transformação social e fortalecimento de comunidades.

O projeto funciona a partir de doações de livros destinadas à troca entre o público. Os visitantes são convidados a trazer um exemplar em boas condições e trocá-lo por outro disponível no dia. A iniciativa busca promover a circulação de saberes e conhecimentos, além de estimular o hábito da leitura e o encontro entre leitores.

16 de junho, terça-feira, às 12h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal
Educativo do Museu | Visita Mediada
Desvendando a arquitetura do Museu da Justiça

Desvendando a Arquitetura do Museu da Justiça é uma visita educativa que busca investigar os elementos artísticos e históricos que constituem os corredores, salões e caminhos do antigo Palácio da Justiça. Através de uma abordagem didática e interativa, os visitantes serão convidados a explorar os detalhes da composição arquitetônica do prédio e refletir sobre suas temporalidades e contextos de formação. O objetivo do passeio é (re)descobrir sentidos e significados escondidos nos conjuntos ou perdidos por efeito do tempo.

16 de junho, terça-feira, às 15h
Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Telefone: (21) 3133-3553 ou 3133-3768
E-mail: museu.seami@tjrj.jus.br
Clique neste link para acessar o formulário de agendamento
Participação franca
Classificação indicativa: 14

Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal
Museu Convida
Palestra: O Antigo Palácio da Justiça

O Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal propõe um reencontro com marcos históricos. A iniciativa convida o público a revisitar os espaços como testemunhas ativas de uma história que ainda reverbera no presente. Ao longo de sua programação, o Circuito promove palestras e visitas guiadas que articulam pesquisa histórica, patrimônio e experiência urbana, estimulando a reflexão sobre o papel dessas instituições na construção da sociedade brasileira.

No dia 18 de junho, o Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal recebe uma roda de conversa sobre o Antigo Palácio da Justiça, um dos edifícios que compõem o circuito. O encontro propõe compartilhar dados históricos e arquitetônicos sobre o palácio, inaugurado em novembro de 1926, discutindo o que ele representou para a cidade naquele momento e o que ele representa hoje. Além de abordar a história do edifício, a conversa vai explorar o que a arquitetura e a estética do edifício comunicam para a sociedade, e qual foi o impacto de sua construção na região do antigo bairro da Misericórdia, onde hoje se localiza o complexo do Tribunal de Justiça.

Participarão da roda de conversa: Gilmar de Almeida Sá, Historiador e chefe do Serviço de Acervo Textual, Audiovisual e de Pesquisas Históricas do Museu da Justiça; Lydia de Carvalho Coelho, Historiadora do Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, doutoranda no programa de Pós-Graduação em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Mestre em Arqueologia no Programa de Pós-Graduação em Arqueologia do Museu Nacional (UFRJ) e Bacharel e Licenciada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; e Tayná Louise de Maria, Assessora técnica do Museu da Justiça do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em História Comparada (IH/UFRJ), Mestre pelo mesmo Programa. Bacharel e licenciada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Integra também o Laboratório de História das Experiências Religiosas (LHER/UFRJ) e o Núcleo de Pesquisa, Educação, Corpos, Histórias e Memórias Negras (NECOHM/UERJ).

Será concedida declaração de participação para as pessoas que se inscreverem e optarem, no ato da inscrição, pelo recebimento. A emissão da declaração está condicionada à inscrição e à assinatura da lista de presença no dia do evento. O formato da lista, física ou virtual, será de acordo com a modalidade escolhida.

18 de junho, quinta-feira, às 11h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Salão Nobre
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar – Centro, Rio de Janeiro
E-mail: museu.seami@tjrj.jus.br
Clique neste link para se inscrever
Clique neste link para assistir
Participação franca
Classificação indicativa: Livre

Exposição
Caminho das Águas

A fotografia é uma poderosa ferramenta de expressão e reflexão, capaz de eternizar momentos e contar histórias que atravessam o tempo. Com esse espírito, a CEDAE promove a exposição “Caminho das Águas”, uma iniciativa que convida o público a descobrir as paisagens históricas e naturais dos primeiros grandes Sistemas de Abastecimento de Água do Estado do Rio de Janeiro, os Sistemas de Acari e de Ribeirão das Lajes. Acari inaugurado em 1908 e localizado na Reserva Biológica do Tinguá, nos municípios de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Miguel Pereira e Petrópolis. Ribeirão das Lages, a primeira adutora ficou pronta em 1940, e a segunda em 1949. A represa fica localizada no sopé da Serra do Mar, atual município de Piraí.

A mostra reúne fotografias assinadas por: Denise Ricardo, Diego Coimbra, Heraldino Junior e Vanessa Correia. As imagens revelam a beleza única das unidades de captação de água da CEDAE, construídas entre o final do século XIX e início do século XX, inseridas em áreas de preservação ambiental rica em biodiversidade. Mais do que uma exposição estética, “Caminho das Águas” propõe uma experiência imersiva, combinando arte e educação ambiental. Através de imagens impactantes, a exposição destaca a importância da água como recurso natural finito e essencial à vida, valorizando também o trabalho humano envolvido em sua captação, tratamento e preservação. É um convite à conscientização, à reflexão e à transformação social, incentivando uma nova relação com os recursos hídricos e o meio ambiente.

25 de junho a 28 de julho
Espaço de Arte Desembargador Deocleciano Martins de Oliveira Filho
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Hall da Lâmina III do TJRJ
Rua Dom Manuel, 37 – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: livre
Entrada franca

Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal
Museu Convida
Circuito Centenário: Os vitrais do Museu da Justiça

O Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal propõe um reencontro com marcos históricos. A iniciativa convida o público a revisitar os espaços como testemunhas ativas de uma história que ainda reverbera no presente. Ao longo de sua programação, o Circuito promove palestras e visitas guiadas que articulam pesquisa histórica, patrimônio e experiência urbana, estimulando a reflexão sobre o papel dessas instituições na construção da sociedade brasileira.

A visita mediada, conduzida por Helder Viana, abordará os vitrais do Antigo Palácio da Justiça do Rio, explorando suas técnicas de execução, o contexto arquitetônico em que se inserem e a autoria do Ateliê Formenti, de Cesar Formenti. A atividade propõe uma leitura integrada entre arte, arquitetura e patrimônio cultural.

Helder Viana é arquiteto e urbanista do IRPH, atua como Gerente de Arqueologia e coordena o LAAU. É mestre em Projeto e Patrimônio pela FAU/UFRJ, especialista em Gestão e Restauro Arquitetônico e vice-coordenador do Comitê Científico da Arte do Vitral do ICOMOS Brasil.

Será concedida declaração de participação para as pessoas que se inscreverem e optarem, no ato da inscrição, pelo recebimento. A emissão da declaração está condicionada à inscrição e à assinatura da lista de presença no dia do evento.

26 de junho, sexta-feira, às 11h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, Centro, Rio de Janeiro
E-mail: museu.seami@tjrj.jus.br
Clique neste link para se inscrever
Participação franca
Classificação indicativa: Livre

Coisas de Museu
Curiosidades sobre a história do TJRJ e os acervos do Museu da Justiça

Série de vídeos que abordam curiosidades sobre a história do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. Todo mês histórias sobre os acervos do Museu da Justiça e o TJRJ. Novo episódio neste mês, "A lei das doze tábuas".

Clique aqui para assistir
Classificação indicativa: livre

Fotografia de drone, com visão do aerea do Museu da Justiça.

Educativo do Museu | Museu da Justiça
Visita mediada: Ao redor da Justiça

O Museu da Justiça, para além das suas quatro paredes, explora as histórias e memórias do seu entorno. Situado em um lugar histórico, caminhar pela rua Dom Manuel, é como entrar em uma máquina do tempo, perpassando pelo antigo bairro da Misericórdia até o antigo Paço Real, atual Praça 15 de novembro, um verdadeiro lugar de disputas de memórias. Essa visita tem como objetivo conscientizar magistrados, servidores e colaboradores desse território cheio de histórias e memórias da Cidade do Rio de Janeiro, no particular, e do Brasil, no geral.

30 de junho, terça-feira, às 15h
Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Telefone: (21) 3133-3768
E-mail: museu@tjrj.jus.br
Clique neste link para acessar o formulário de agendamento
Participação franca
Classificação indicativa: 12

Fotografia dos atores trajados de deusa Themis, deusa Maat e Ruy Barbosa

Educativo do Museu
Visita Mediada com Personagens Históricos: Deusas Themis e Maat & Ruy Barbosa

O Museu da Justiça apresenta ao público o programa Visitas Mediadas com Personagens Históricos, uma experiência interativa e imersiva que propõe um novo olhar sobre a história do direito e da justiça no Brasil. A iniciativa estreia com visitas conduzidas pelas deusas Themis e Maat, interpretadas por Dulce Penna e Bárbara Vila Nova, e com um novo roteiro protagonizado pelo jurista Ruy Barbosa, vivido por Roberto de Souza.

De forma lúdica e envolvente, as visitas exploram os espaços e elementos históricos dos prédios do Museu da Justiça no Rio de Janeiro e em Niterói, conectando a história arquitetônica dos edifícios às experiências, narrativas e simbolismos de personagens que têm a justiça como princípio central de suas trajetórias.

Com o propósito de aproximar a sociedade do universo judiciário, o programa aposta na imersão e na interatividade para abordar temas como as origens das leis, os princípios da justiça, a formação do direito no Brasil e as obras presentes nos salões históricos dos museus. A visita é conduzida por figuras emblemáticas da história e da mitologia, ampliando o diálogo entre passado e presente, motivando o visitante a refletir sobre o futuro, bem como a importância do papel da Justiça e de seus valores para o bem comum.

As Visitas Mediadas com Personagens Históricos têm a mediação do Educativo do MUSEU e a duração de 50 minutos e sendo recomendadas para todos os públicos. Para participar basta realizar um agendamento prévio nos e-mails abaixo.

Agende sua visita!
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 50 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Oficina de Argumentação:
Luiz Gama e a Questão Neto

O Programa Memória e Educação foi concebido para disseminar conhecimento histórico sobre a justiça e o direito brasileiros, utiliza como base o processo histórico de Luiz Gama na Questão Neto. A partir da pesquisa bibliográfica, foi elaborado um texto para leitura dramatizada. Durante a leitura, o público recebe um glossário com termos jurídicos e expressões antigas presentes no processo, preservando a imersão histórica e, ao mesmo tempo, tornando o conteúdo acessível ao explicar legislações e vocabulário não usual. Após essa etapa, os participantes são divididos em dois grupos e convidados a analisar casos fictícios envolvendo crimes de racismo e intolerância religiosa. Cada grupo deve elaborar uma carta ou comunicação sobre o crime apresentado.

Clique neste link para saber mais.

Recomendada para turmas de ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Fotografia de um grupo partipando da visita mediada.

Educativo do Museu
Visita Mediada ao Museu da Justiça do Rio de Janeiro e Niterói

Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções dos Antigos Palácios da Justiça do Rio de Janeiro e de Niterói. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado nos salões históricos dos Tribunais do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.

Clique neste link para saber mais.

Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Exposições de longa duração
“Origens do Direito e princípios da Justiça”
“História do Direito e da Justiça no Brasil”

Com o objetivo de aproximar a sociedade do universo jurídico e fortalecer a formação cidadã, o Museu da Justiça inaugura duas exposições de longa duração que apostam na imersão e interatividade para abordar as origens das leis, os princípios da justiça e a trajetória do direito no Brasil. As novas salas convidam o público a refletir sobre o papel da Justiça na construção da sociedade, conectando passado e presente de forma dinâmica e acessível.

Na primeira exposição, os visitantes iniciam sua jornada explorando os primeiros códigos jurídicos da história da humanidade, como o Código de Hamurabi e a Lei das Doze Tábuas, em uma linha do tempo que revela como as leis foram moldando as civilizações. Já na segunda sala, o foco se volta para o Brasil, com uma cronologia temática das principais leis, instituições jurídicas e casos judiciais emblemáticos. Figuras históricas como o advogado abolicionista Luiz Gama, o líder Guarani e ambientalista Marçal Tupã-Y e a presa política Inês Etienne Romeu surgem como protagonistas de lutas por justiça que atravessam a história brasileira.

Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Ed. Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manoel, 29, – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: Livre
Entrada Franca

Imagens dos cartazes das exposições Arte, Educação e Sustentabilidade; Mostra o Escultor da Justiça: Um Olhar artístico sobre Deocleciano; Centenário do Antigo Palácio da Justiça de Niterói; e Mostra de Documentos Judiciais: Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo, sobre um fundo azul.

Exposição
Exposições virtuais do Museu da Justiça

As exposições promovidas pelo Museu da Justiça são concebidas a partir de pesquisas desenvolvidas pelas suas equipes, do acervo sob sua guarda ou por artistas diversos, e têm por objetivo estimular a reflexão acerca de temas relacionados a justiça, direitos, cidadania e os desafios da sociedade contemporânea. Além de exposições presenciais, disponibilizamos em nosso portal diversas exposições que podem ser acessadas de onde você estiver.

Para visitar as exposições virtuais e saber mais sobre as exposições presenciais, acesse: Clique aqui para acessar a página de Exposições

Classificação indicativa: livre