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Museu da Justiça promove roda de conversa sobre arquivos judiciais da escravidão

O Museu da Justiça recebeu, no salão nobre do Palácio da Justiça, roda de conversa sobre os arquivos judiciais da escravidão no Vale do Paraíba fluminense. O evento contou com participação do historiador Gilmar de Almeida Sá, chefe do Serviço de Acervo Textual, Audiovisual e de Pesquisas Históricas (SEATA), Júlia Penelis, historiadora e pesquisadora do Museu da Justiça, Clarissa Gomes, pesquisadora em história do SEATA e Lara Rodrigues, que atua no Arquivo Central do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.

O encontrou foi um desdobramento da exposição "Vale da Escravidão", em cartaz no Museu da Justiça em 2025, que também gerou uma coletânea de artigos a respeito do tema publicada em livro.

"Vale da Escravidão" surgiu de parceria entre o MPF e o TJRJ, que buscou contribuir para a preservação, acesso e difusão dos acervos judiciais da escravidão negra em uma das principais regiões escravagistas do Brasil no século XIX, o Vale do Paraíba, na Província do Rio de Janeiro. A iniciativa, desenvolvida entre maio de 2024 e setembro de 2025, percorreu vários municípios da região, alcançou importantes objetivos e foi condecorada com a menção honrosa no Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário 2026, na categoria de patrimônio cultural museológico, subcategoria especial “Escravidão e liberdade: passado e presente”.

 
Magistrados da Infância e Juventude participam de visita teatralizada no Museu da Justiça

Juízes que participam do Encontro Nacional de Magistrados da Infância e Juventude, sediado no Rio de Janeiro, vieram ao Museu da Justiça na tarde desta sexta-feira (29) e foram recebidos pelo gabinete da direção e pelos arte-educadores. Os magistrados conheceram os espaços históricos do Palácio da Justiça e tiveram a oportunidade de fazer a visita mediada teatralizada com Ruy Barbosa.

 
Museus que Conectam reúne profissionais de Niterói no Museu da Justiça

O Museu da Justiça de Niterói realizou, nesta segunda-feira (25), encontro derivado da Semana de Museus de 2026. A proposta foi reunir profissionais de museus de Niterói para discutir o papel dos museus na construção de pontes em uma sociedade que por vezes é marcada por desigualdades, tensões e distanciamentos. Mais do que locais de preservação, a troca entre os presentes mostrou os museus como agentes ativos na promoção da cultura, da educação e da cidadania.

 
Visita “Ao Redor da Justiça” percorre memórias do Centro do Rio

A visita mediada "Ao Redor da Justiça" recebeu mais uma edição nesta terça-feira (26), nas proximidades do Museu da Justiça. As historiadoras Tayná Louise de Maria e Lydia de Carvalho guiaram visitantes pela Rua Dom Manuel na intenção de ir do antigo bairro da Misericórdia até o antigo Paço Real, atual Praça 15 de novembro, para conhecer um verdadeiro lugar de disputas de memórias. Essa visita tem como objetivo conscientizar magistrados, servidores e colaboradores desse território cheio de histórias e memórias da Cidade do Rio de Janeiro, no particular, e do Brasil, no geral.

 
Museu & Educação recebe o multiartista Bruno Marques em Niterói

O projeto Museu & Educação recebeu mais uma edição no Museu da Justiça de Niterói nesta quarta-feira (27). O convidado da vez foi o multiartista e produtor cultural Bruno Marques. Formado em artes cênicas pela UNIRIO, ele articula teatro, cabaré, música, carnaval de rua e audiovisual em 13 anos de trajetória profissional. A mediação da conversa ficou por conta do arte-educador Whinverson Reis.

 
Estudantes da UERJ entrevistam curadores da exposição “Democracia na Balança”

Estudantes do curso de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) estiveram no Museu da Justiça para entrevistar os curadores da exposição “Democracia na Balança”, vencedora do Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário 2025, na categoria Patrimônio Cultural Museológico. Durante a visita, as alunas Beatriz e Flávia conversaram com a diretora do Museu da Justiça, Siléa Macieira, e com os historiadores Diego Bertuci e Tayná Louise de Maria, responsáveis pela curadoria da mostra.

O encontro abordou os processos de pesquisa, concepção e desenvolvimento da exposição, que refletiu sobre memória, democracia e justiça a partir de documentos, objetos e narrativas históricas preservadas pelo Poder Judiciário fluminense. A atividade também reforçou a aproximação entre universidade, pesquisa acadêmica e instituições de memória, promovendo o diálogo entre estudantes e profissionais envolvidos na preservação da história do Judiciário.

 

Texto: Mauro Machado
Fotos: João Victor

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