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Corregedoria lança cartilha da Central de Processamento
A incorporação de uma metodologia de resultados comprovados que possibilita a eficiência operacional do sistema de Justiça a partir dos recursos já disponíveis. Essa é a Central de Processamento da Corregedoria Geral da Justiça do Rio de Janeiro (Ceproc).
Apenas dez meses após a implantação da Central, a Corregedoria, por meio da Diretoria-Geral de Fiscalização e Assessoramento Judicial (DGFAJ), elabora a Cartilha “Central de processamento da Corregedoria”, já disponível no site da CGJ.
A publicação traz informações sobre a divisão do trabalho, registrando o processamento das unidades atendidas; a elaboração de minutas, de Precatórios Judiciais, RPVs e Mandados de Pagamento; a automação; as pesquisas de endereços e bens; e a migração do acervo para o sistema eproc.
A Cartilha ainda revela o trabalho de padronização, o monitoramento contínuo das atividades, a valorização dos servidores, pontuando que os processos de trabalho são mapeados e remodelados para incremento da eficiência operacional.
Resultados
Por meio de gráficos intuitivos, a Cartilha apresenta o cumprimento do compromisso da Ceproc em reduzir a taxa de congestionamento de processos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).
Somente nos primeiros 7 meses, o prazo médio de movimentação dos processos passou de 35 para 22 dias, uma redução de 37%, enquanto a janela de movimentação passou de 93 para 35 dias, uma redução de 62%.
De setembro de 2025 até março deste ano, o total do acervo passou de 41.567 processos para 36.417, uma redução de 12%.
A eficiência foi possível devido à participação ativa dos servidores da Central e dos juízes das unidades integrantes no aperfeiçoamento dos fluxos de trabalho e no monitoramento qualitativo dos serviços oferecidos pela Ceproc.
“O aumento da produtividade, a redução do acervo, a melhoria dos fluxos de trabalho e a ampliação do atendimento das unidades judiciais são o resultado do trabalho de toda a equipe da Central de Processamento da Corregedoria. A Ceproc contribui para uma Justiça mais célere, eficiente e alinhada às diretrizes nacionais de produtividade, com melhorias concretas para magistrados, servidores e, principalmente, para a sociedade”, destaca o corregedor-geral da Justiça, desembargador Cláudio Brandão de Oliveira.
NM/ASCOM