Prêmio Juíza Viviane Vieira do Amaral: inscrições vão até 20 de junho - Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro
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Prêmio Juíza Viviane Vieira do Amaral: inscrições vão até 20 de junho
Magistrados e servidores já podem se inscrever na 6° edição do Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral. A premiação, organizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), visa dar visibilidade e incentivar ações de combate à violência contra a mulher, como previsto na Resolução CNJ n. 377/2021.
As iniciativas devem se enquadrar em pelo menos um dos eixos temáticos previstos no regulamento, que incluem o aprimoramento da prestação jurisdicional, a implementação de mecanismos de proteção acessíveis e eficazes, a conscientização do Poder Judiciário e da sociedade, e o estímulo à inovação e a adoção de práticas com perspectiva interseccional, considerando gênero, raça, etnia, território e condição social.
Categorias
O prêmio será concedido em seis categorias: Tribunais; Magistrados/as; Atores do Sistema de Justiça Criminal (Ministério Público, Defensoria Pública, Advocacia e servidores); Organizações Não Governamentais; Mídia; e Produção Acadêmica.
Inscrições
Para se inscrever, o candidato deve preencher o formulário eletrônico disponibilizado pelo CNJ e anexar documentação que comprove os objetivos e resultados alcançados. Podem ser incluídos atos normativos de criação da iniciativa, relatórios de atividades e resultados, peças técnicas ou publicações acadêmicas, material audiovisual e registros fotográficos.
As inscrições podem ser realizadas até 20 de junho. Para mais informações, acesse a página do prêmio no site do CNJ.
A premiação
O prêmio homenageia a memória de Viviane Vieira do Amaral, juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, vítima de feminicídio em dezembro de 2020. Com a iniciativa, o CNJ pretende dar visibilidade a ações de prevenção e combate à violência doméstica e familiar, incentivar mecanismos de proteção acessíveis e conscientizar os integrantes do Poder Judiciário sobre a necessidade de vigilância permanente no enfrentamento desse tipo de violência. (Fonte: CNJ)