Central de Aprendizagem da CGJ: um projeto social que deu certo
Notícia publicada por Assessoria de Imprensa em 21/12/2018 13:41

 

                                                                        O corregedor Claudio de Mello Tavares (à esquerda) acompanha o trabalho da Central de Aprendizagem 

 

Foi um “trabalho de formiguinha” com a ajuda dos juízes da área da Infância e da Juventude e dos servidores da Diretoria-Geral de Administração da Corregedoria Geral da Justiça. Tudo começou quando o corregedor-geral, desembargador Claudio de Mello Tavares, em 15 de agosto de 2017, visitou duas unidades do Degase (uma masculina e uma feminina). Ao conversar com vários adolescentes sobre os motivos que os levaram àquelas unidades, suas famílias e a expectativa de futuro, ouviu diversos pedidos de ajuda. Ali surgiu o embrião da criação da Central de Aprendizagem, que, também por iniciativa do corregedor-geral, a partir deste ano passou a fazer parte do organograma oficial da CGJ, assim como o Serviço de Apoio ao Núcleo de Depoimento Especial de Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas (Nudeca).

Atualmente, 63 jovens que cumprem medidas socioeducativas ou estão em situação de abrigo já foram contratados por empresas e 15 concluíram o curso de capacitação oferecido pela UnitedHealth Group em parceria com o Tribunal de Justiça e o Instituto Ser+:

- Um dos grandes problemas desses jovens é a falta da documentação exigida pelo mercado de trabalho. Muitos não têm nem mesmo certidão de nascimento – disse a diretora-geral de Administração da CGJ (DGADM), Alessandra Anátocles, acrescentando que, de um total de 1.416 jovens, 479 já tiraram todos os documentos graças à ação de um grupo multi-institucional que atua em apoio à Central de Aprendizagem.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          Cidadania                                                          

Entusiasta desse programa estratégico, o desembargador Claudio de Mello Tavares, presidente eleito do Tribunal de Justiça do Rio para o biênio 2019/2020, faz questão de divulgá-lo sempre que possível:

- Exercer a cidadania é ter consciência de seus direitos e deveres, assegurando que eles sejam colocados em prática. Preparar o cidadão para o exercício da cidadania deve ser um dos objetivos da educação de um país que pretende ser mais justo e desenvolvido. A materialização da Central de Aprendizagem pode ser considerada um dos mais importantes projetos de responsabilidade social desenvolvidos pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: Assessoria de Comunicação da CGJ/RJ