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Tribunal de Justiça inova na gestão institucional com a implantação da Sala de Governança Corporativa
Notícia publicada por Assessoria de Imprensa em 20/10/2023 13:34

Sala de Governança passa por ajustes finais para ser inaugurada até o fim deste ano

 

Modernizar a gestão administrativa do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro é a principal meta do desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, com a finalidade de colocar o tribunal no topo da vanguarda do judiciário nacional. Uma das iniciativas pioneiras será a Sala de Governança Corporativa, a ser inaugurada até o fim do ano, e que vai proporcionar o controle da gestão diária, nas atividades da magistratura e nos setores administrativos.  

A nova unidade se encontra em processo de finalização e será dotada de telas de projeção dos dados referentes a cada serviço em execução no tribunal. Uma equipe especializada começará a ser formada para atuar, especialmente, na coleta dos dados estatísticos e na operação dos sistemas tecnológicos, dentro de um ambiente propício a estimular a criatividade e oferecer bem-estar aos seus ocupantes. 

“A atividade do juiz vai além da sua função judicante. Hoje, ele precisa ser um gestor e ter o controle, por exemplo, da quantidade de processos em seu cartório. Nas visitas que fiz às comarcas, passei esse ponto de vista aos juízes. Se ele não for um administrador, a sua vida no cartório ficará caótica. Por isso, tenho empreendido a implantação de tecnologias que visam o controle e transparência na minha gestão", disse o presidente. 

A Sala de Governança Corporativa é apenas um dos projetos a serem implementados até o final da gestão do desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo. Juntamente com a sua equipe de juízes e técnicos, tem se empenhado na evolução dos sistemas de informatização, a começar pela substituição dos computadores. “Pretendo fazer do Tribunal de Justiça do Rio um dos melhores tribunais informatizados do país. Estamos na fase de construção e vamos inserir a Inteligência Artificial para propiciar mais agilidade à prestação dos serviços jurisdicionais”, ressaltou o desembargador. 

Reponsabilidade Social 
Na interação do papel de juiz e gestor, o desembargador pauta as suas ações com o objetivo de contemplar o cidadão. Para tanto, tem apoiado e incentivado os programas que possibilitem o resgaste da cidadania. Assim, um dos projetos nesta área é a criação de uma unidade de atendimento a moradores de rua, na Central do Brasil, que vai facilitar a retirada de documentos. Segundo o desembargador, a finalidade é que essas pessoas deixem de ser invisíveis aos olhos da sociedade. 

Multiportas 
O presidente do TJ tem se engajado na abertura de novas portas do judiciário, entre as quais estão as técnicas de solução de conflitos, por meio da mediação e da conciliação. Cada vez mais, explica o desembargador, as pessoas vão ao judiciário com situações que podem ser resolvidas através da mediação e da conciliação, sem necessidade de a questão assumir o caráter judicial. Além de desafogar o acervo de processos, a mediação e a conciliação são, hoje, uma realidade no judiciário, tanto que, recentemente, o Tribunal de Justiça do Rio inaugurou uma escola para a formação de mediadores e conciliadores.  

PC/MB

Foto: Brunno Dantas/TJRJ