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Concurso de redação “Vozes que Transformam” é aplicado na Emerj e em fóruns regionais
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 20/07/2026 14h16

Em uma sala de aula, uma mulher está em pé à frente do ambiente, dirigindo-se aos participantes sentados. À esquerda da imagem, três homens de terno acompanham a apresentação, posicionados lado a lado. Ao fundo, próximo à mesa do professor e a um monitor de televisão fixado na parede, outra mulher observa a cena. Em primeiro plano, aparecem dois participantes sentados em carteiras escolares azuis, de costas para a câmera. A sala é iluminada por luz artificial, possui paredes em tons claros, piso branco, aparelho de ar-condicionado no teto e fileiras de carteiras escolares azuis com tampo branco distribuídas pelo ambiente.

                         Magistrados Patrícia Serra, Wagner Cinelli, Cláudio Brandão e Alexandre Chini deram boas-vindas aos candidatos 

O concurso de redação “Vozes que Transformam” foi aplicado na sexta-feira, dia 17 de julho, na Escola da Magistratura do Estado do Rio de janeiro (Emerj) e nos demais fóruns regionais do Estado. A iniciativa é promovida pelo Núcleo de Atenção e Promoção à Justiça Social (Napjus), em parceria com os Comitês de Promoção da Igualdade de Gênero e de Prevenção e Enfrentamento dos Assédios Moral e Sexual e da Discriminação (Cogens). 

A iniciativa busca fomentar uma integração socioinstitucional, disse a presidente do Cogen 2º Grau, desembargadora Patrícia Serra. “A relevância socioinstitucional desse concurso está em criar uma interação entre os que colaboram conosco no dia a dia com temas afeitos à nossa profissão. A igualdade perante a lei, tema da redação, traz um viés humanista necessário para a criação e fortalecimento de uma identidade institucional focada na inclusão e afeita às políticas públicas”, destacou. 

Os candidatos foram saudados pelo corregedor-geral de Justiça do Rio, desembargador Cláudio Brandão; pelo juiz auxiliar da Corregedoria Alexandre Chini Neto e pelo presidente do Cogen 1º Grau, desembargador Wagner Cinelli, que viu o concurso como uma ferramenta de reflexão. “Nosso Tribunal conta com quase seis mil estagiários atualmente. É um público grande e muito atuante. Objetivamos, por meio dessa ação, gerar reflexões críticas sobre temas sociais contemporâneos”, afirmou. 

Premiação 

O prêmio para quem alcançar o primeiro lugar será um tablet, fornecido pela Emerj, além de um certificado e a publicação da redação na Revista Magistratus. O segundo, terceiro e quarto lugares serão premiados com um certificado de menção honrosa. 

Para conquistar o prêmio, os candidatos escreveram uma redação dissertativa-argumentativa com o tema “Igualdade Perante a Lei”. Os textos serão corrigidos por uma banca de sete pessoas, que avaliarão critérios de adequação ao tema proposto, estrutura e organização textual, coesão e coerência, lógica e progressão argumentativa, capacidade de argumentação e reflexão crítica. 

KB/ SF 

Foto: Brunno Dantas/TJRJ