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Reunião do GMF discute questões relativas ao sistema carcerário fluminense
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 25/02/2026 16h41

A imagem mostra uma sala de reuniões institucional, com paredes claras e iluminação de teto composta por painéis fluorescentes embutidos. No centro, há uma grande mesa retangular de madeira clara, organizada em formato que permite que os participantes fiquem voltados uns para os outros. Sentados ao redor da mesa estão sete pessoas — homens e mulheres — vestidas com trajes formais ou sociais. Alguns utilizam microfones individuais posicionados à frente, além de computadores, laptops, blocos de anotação e copos com água. Há também plaquinhas de identificação sobre a mesa. As cadeiras são ergonômicas, de encosto alto e estrutura preta. Ao fundo, no canto direito da sala, está posicionada a bandeira do Brasil em um suporte vertical, reforçando o caráter oficial da reunião.

A 2ª vice-presidente do TJRJ e supervisora do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Rio (GMF), desembargadora Maria Angélica Guimarães Guerra Guedes, conduziu a reunião ao lado do juíza auxiliar da 2ª Vice-Presidência Marcia Correia Hollanda, na presença de integrantes do GMF

 

A 2ª vice-presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) e supervisora do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Rio (GMF), desembargadora Maria Angélica Guimarães Guerra Guedes, presidiu na segunda-feira, dia 23/02, uma reunião sobre questões relativas à gestão criminal e execução da pena.

Com a presença da secretária de Estado de Administração Penitenciária, representantes da Defensoria Pública e do Ministério Público, do magistrado responsável pela Vara de Execuções Penais, além dos juízes auxiliares da 2ª Vice-Presidência e da Presidência, a reunião foi aberta com debates sobre a apresentação presencial dos presos para as audiências criminais, destacando-se que a audiência por videoconferência deve ser realizada a critério exclusivo do magistrado, em situações extraordinárias, devendo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) comunicar, com a devida antecedência, eventual impossibilidade na apresentação presencial.

Outro assunto discutido foi o funcionamento do Observatório Penal, instalado na Cadeia Pública José Frederico Marques, destacando-se a necessidade de revisão dos fluxos de atendimento às pessoas custodiadas para garantir a efetiva atuação da equipe da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) e assistência social, como também para a realização da identificação civil por meio das equipes do Instituto Felix Pacheco e Detran, de forma a cumprir as determinações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e as metas do Plano Pena Justa.

Por fim, foram discutidos os trâmites para avaliação das resenhas para remição da pena por leitura e de seu encaminhamento para a Vara de Execuções Penais, com o intuito de possibilitar o monitoramento do fluxo das informações e conferir mais segurança para a decisão judicial.

SV/SF

Foto: Brunno Dantas/TJRJ