Presidente Ricardo Couto completa um ano de gestão e destaca trabalho coletivo em favor da Justiça e da sociedade
“Não se realiza nada sozinho. A atuação coletiva é essencial para garantir uma prestação jurisdicional adequada à sociedade”. Esse é o pensamento que tem orientado a atuação do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) no biênio 2025/2026, de acordo com o presidente Ricardo Couto de Castro.
Ao completar um ano de gestão, o desembargador faz um balanço dos principais avanços do Tribunal em 2025, apresentados em um vídeo institucional que destaca entregas concretas, planejamento estratégico e o compromisso permanente com a sociedade.
Foco na coletividade e na prestação jurisdicional
No vídeo, a redução do acervo processual é apontada como uma das grandes conquistas alcançadas pela gestão: foram 695 mil processos a menos em 2025, o que representa uma diminuição percentual de 11%. Os avanços se devem a uma combinação entre diversos fatores, como o aumento da produtividade dos magistrados, o equilíbrio na distribuição de demandas, por meio da desregionalização, o aumento e fortalecimento dos núcleos de justiça 4.0, o fortalecimento dos métodos consensuais de solução de conflitos e o investimento em transformação digital.
No âmbito da governança e do diálogo institucional, o TJRJ ganhou reconhecimento e projeção nacional, garantindo o 1º lugar entre os tribunais estaduais de grande porte no Ranking de Transparência do CNJ, além de certificações como o Selo Nós por Elas, voltado à promoção da equidade e à prevenção da violência de gênero, e o Selo Ouro de Qualidade no Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP), desenvolvido pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Atricon.
A gestão também avançou de forma estruturada na produção e na disseminação do conhecimento jurídico, ampliando o acesso à informação qualificada tanto para magistrados e servidores quanto para o jurisdicionado. Nesse contexto, a reformulação do Centro de Estudos e Debates (CEDES) contribuiu para a construção de um espaço qualificado de reflexão e uniformização jurisprudencial, trazendo magistrados de 1º e 2º graus para o centro do debate jurídico institucional.
Papel social: cultura, memória e cidadania
Outro eixo que ganhou destaque em 2025 foi a valorização do papel social do Tribunal, compreendido para além da função jurisdicional. Ao longo do ano, o TJRJ ampliou sua atuação nas áreas de cultura, preservação da memória institucional, sustentabilidade, acessibilidade e cidadania. Para o presidente, estas ações reafirmam a compreensão de que a Justiça se legitima quando se faz presente na vida das pessoas, atuando de forma responsável, inclusiva e comprometida com os direitos fundamentais.
Assista ao vídeo e conheça os principais avanços da gestão em 2025 e as diretrizes para 2026:
SGCON/DEDIF/DIMAU