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Programação de Maio

Venha conferir também os programas virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

 

 

História Oral
Entrevistado: Juiz José Guilherme Vasi Werner

Em continuidade à homenagem ao 30º aniversário da Lei 9099/95, que disciplinou os Juizados Especiais em todo Brasil, o Museu da Justiça disponibilizará neste ano mais duas entrevistas de magistrados e servidores que atuaram diretamente na implantação deste importante instrumento de acesso à Justiça no Estado do Rio de Janeiro.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça, com objetivo de preservar e divulgar a história recente da Justiça Fluminense por meio do testemunho de seus próprios agentes sob a coordenação do desembargador Ronald dos Santos Valladares. As entrevistas foram conduzidas pelo Dr. José Guilherme Vasi Werner, juiz de Direito do II Juizado Especial Cível da Barra da Tijuca e estudioso do tema.

Os sumários dos depoimentos são disponibilizados na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA, através do endereço eletrônico museu.seata@tjrj.jus.br.

José Guilherme Vasi Werner é juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro desde 1998, com atuação predominante no Sistema de Juizados Especiais. Bacharel em Direito pela UERJ, é mestre em Sociologia pelo IUPERJ/UCAM e doutor em História das Instituições, Política e Bens Culturais pelo CPDOC/FGV. Atualmente, é Professor Adjunto da FGV Direito Rio e titular do II Juizado Especial Cível da Barra da Tijuca.

Na entrevista ao Programa de História Oral do Museu da Justiça, Vasi Werner revisita a implantação, a expansão e a consolidação dos Juizados Especiais no Estado do Rio de Janeiro a partir de sua trajetória na magistratura. Ao longo do depoimento, o juiz situa o crescimento do sistema após a edição da Lei nº 9.099/1995, ressaltando seu papel na ampliação do acesso à justiça e na resolução de demandas do cidadão comum, especialmente nas relações de consumo.

Com enfoque institucional, aborda o funcionamento dos Juizados Especiais, destacando a importância da audiência e comentando as transformações ocorridas ao longo do tempo, especialmente após a pandemia, que aproximaram o modelo dos Juizados daquele adotado nas varas cíveis. O entrevistado também destaca o papel dos juízes leigos, apontando sua importância diante do elevado volume de processos e sua contribuição para o funcionamento do sistema.

Por fim, reflete sobre o que chama de “isomorfismo”, entendido como a tendência de os Juizados Especiais se aproximarem do modelo das varas cíveis. Ele aponta como fatores dessa aproximação a atuação de magistrados oriundos de varas cíveis, a influência de práticas processuais tradicionais, a atuação de advogados e o papel das turmas recursais. Avalia os Juizados Especiais como um caso de sucesso, destacando sua capacidade de responder a demandas em massa e oferecer uma solução mais acessível e efetiva para a população.

Estreia 03 de maio, domingo
Clique aqui para assistir
Classificação indicativa: livre

Educativo do Museu | Programa Saberes Integrado
Oficina Quem Somos Nós

Dia dos Povos Originários

O Educativo do Museu da Justiça, em decorrência da efeméride do dia dos Povos Originários e com o intuito de resgatar a memória que por muito tempo foi esquecida, realizará a Oficina Quem Somos Nós? Visando a elaboração de desenhos e experimentações artísticas a partir do resgate de mitos e histórias indígenas, tais como o mito do Caboclo Tapindaré e da deusa-onça Kianumaka-Manã.

A oficina objetiva a livre expressão artística a partir da revisitação do passado, estimulando também a produção de textos e movimentações corporais.

5 de maio, terça-feira, às 11h
Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, 1º andar, Sala 118 – Centro, Rio de Janeiro
Informações e inscrição: museu.educativo@tjrj.jus.br ou (21) 3133-272
Participação franca
Classificação indicativa: 14

Museu Convida
Bate-papo e lançamento do livro “Joel, o contador de histórias”, de Cintia Barreto

Marcando o encerramento da exposição “Entre Histórias e Utopias: o legado de Joel Rufino”, uma homenagem a um dos maiores intelectuais brasileiros, o Museu da Justiça convida o público a prestigiar o bate-papo com lançamento do livro Joel, o contador de histórias, de Cintia Barreto, que acontecerá no dia 06 de maio, às 15h.

O livro infantil Joel, o contador de histórias é uma homenagem ao escritor e historiador Joel Rufino dos Santos, pioneiro na luta antirracista.

Na narrativa, Joel é uma criança que cresce ouvindo as histórias que a avó contava, e, desde cedo, ganhava do pai histórias em quadrinhos e livros, os quais guardava em uma caixa, que era seu tesouro.

Assim, pelo contato com a história oral e escrita, Joel se tornou uma criança criativa e grande contadora de histórias, que enxergava, de muitas maneiras, o mundo ao seu redor.

Na obra, Zumbi dos Palmares e Dandara têm suas imagens trazidas para a contemporaneidade pela imaginação de Joel, e os livros são um universo que lhe permite viajar para diferentes lugares.

Compondo a mesa de bate-papo estarão presentes, além da autora Cintia Barreto, Teresa Garbayo dos Santos, Mariana Warth, Maximiliano de Souza e Giuliano de Miranda Junior, pessoas importantes na produção da obra, na vida de Joel Rufino dos Santos e/ou na realização da exposição.

A programação é gratuita e o espaço tem capacidade para 40 pessoas. Neste dia, a exposição ficará aberta até às 18h para visitação do público.

6 de maio, quarta-feira, às 15h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, Salão Nobre, 3º andar – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Capacidade: 40 pessoas
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

Museu Convida | Orquestra Carioca de Flautas
Regência: Eduardo Lagreca Fan
Tributo aos povos negros e originários

O Museu da Justiça recebe a Orquestra Carioca de Flautas em um concerto que celebra a memória, a ancestralidade e a riqueza cultural dos povos negros e originários. Em diálogo com a efeméride do Dia dos Povos Indígenas (19 de abril) e da Abolição da Escravidão no Brasil (13 de maio), a apresentação propõe uma reflexão sensível sobre identidade, resistência e herança cultural por meio da música.

Idealizada por Sérgio Barrenechea e criada em 2016, a Orquestra Carioca de Flautas consolidou-se como um dos principais grupos dedicados à formação de flautas no país, com presença em importantes espaços culturais do Rio de Janeiro. O conjunto se destaca por explorar toda a família do instrumento — do flautim às flautas graves — e por sua atuação como um verdadeiro laboratório criativo, dedicado à difusão de novos arranjos e à valorização da música brasileira, especialmente a produção carioca.

Sob regência de Eduardo Lagreca Fan, o grupo apresenta um repertório que transita entre o choro, o samba e a música de concerto, com obras de compositores como Caymmi, Raul Costa d’Avila, Paulinho da Viola, Pixinguinha, Áurea Regina Coelho e Tim Maia. A proposta artística evidencia elementos ligados às matrizes africanas e indígenas, promovendo representatividade e convidando o público a reconhecer, na música, as raízes profundas da cultura brasileira.

Para conferir a apresentação, o público deverá retirar uma senha gratuita na recepção do Museu com trinta minutos de antecedência.

7 de maio, quinta-feira, às 12h30
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, Salão Nobre, Terreo – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Capacidade: 54 pessoas
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

Exposição
Justiça e Tecnologia: o objeto evoca a passagem do tempo

O Museu da Justiça inaugura, no dia 7 de maio, a exposição “Justiça e Tecnologia: o objeto evoca a passagem do tempo”, que convida o público a refletir sobre as transformações do fazer jurídico a partir de objetos históricos de seu acervo. Realizada no contexto das comemorações do centenário do Antigo Palácio da Justiça, a mostra propõe uma imersão na evolução das práticas e instrumentos que marcaram a atuação do Judiciário, revelando como diferentes épocas se expressam por meio da materialidade, estética e funcionalidade desses itens.

A exposição apresenta objetos tecnológicos utilizados ao longo da história do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, evidenciando como o avanço técnico contribuiu para a modernização dos serviços e para a ampliação do acesso à Justiça. Mais do que peças funcionais, os itens expostos são tratados como testemunhos históricos e culturais, permitindo compreender não apenas mudanças operacionais, mas também transformações sociais e institucionais. A mostra reforça o papel do Museu da Justiça como espaço de preservação da memória e de reflexão sobre o passado e o presente do sistema judiciário.

De 7 a 22 de maio
Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Espaço de Arte Desembargador Deocleciano Martins de Oliveira Filho
Hall da Lâmina III do TJRJ
Rua Dom Manuel, 37 – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: livre
Entrada franca

Educativo do Museu | Visita Mediada
Desvendando a arquitetura do Museu da Justiça

Desvendando a Arquitetura do Museu da Justiça é uma visita educativa que busca investigar os elementos artísticos e históricos que constituem os corredores, salões e caminhos do antigo Palácio da Justiça. Através de uma abordagem didática e interativa, os visitantes serão convidados a explorar os detalhes da composição arquitetônica do prédio e refletir sobre suas temporalidades e contextos de formação. O objetivo do passeio é (re)descobrir sentidos e significados escondidos nos conjuntos ou perdidos por efeito do tempo.

12 de maio, terça-feira, às 15h
Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Telefone: (21) 3133-3553 ou 3133-3768
E-mail: museu.seami@tjrj.jus.br
Clique neste link para acessar o formulário de agendamento
Participação franca
Classificação indicativa: 14

Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal
Palestra “A década de 1920 no Antigo Distrito Federal”

"A construção da Cidade Maravilhosa". Um convite para olhar o Rio de outro lugar, e entender como essa cidade foi sendo construída, camada por camada.

Em 1926, no antigo Distrito Federal, quatro edifícios marcaram a paisagem e o projeto de país que se queria construir.

Palácio Tiradentes, Antigo Palácio da Justiça, Antigo Banco Alemão Transatlântico e o Edifício Touring concentravam circulação de pessoas e decisões em um momento em que o Rio de Janeiro se afirmava como centro político, econômico, cultural e simbólico do Brasil. Cem anos depois, esses espaços continuam ali, cheios de história. O Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal propõe um percurso por esses marcos, com palestras e visitas guiadas que aproximam o público de um passado que ainda estrutura o presente.

A palestra será realizada por André Leonardo Chevitarese, Professor Titular do Instituto de História da UFRJ. André, Leciona e orienta pesquisas de Mestrado e de Doutorado no Programa de Pós-Graduação em História Comparada (do Instituto de História da UFRJ) e no Programa de Pós-Graduação em Arqueologia (do Museu Nacional da UFRJ).

Não haverá necessidade de inscrição.

14 de maio, quinta-feira, às 15h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Salão dos Passos Pedidos
Rua Dom Manuel, 29, 2º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
Capacidade: 40 pessoas
Transmissão: Clique neste link para assistir ao evento
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

Música no Museu
Leandro Turano | Piano

O projeto Música no Museu dá continuidade à sua programação de 2026 com a apresentação do músico Leandro Turano no dia 15 de maio.

Reconhecido como uma das mais importantes séries de música de concerto do país, o Música no Museu celebra 28 anos de atuação, promovendo apresentações gratuitas em espaços culturais e históricos, com o objetivo de democratizar o acesso à música de qualidade. Sua programação contempla um amplo repertório, que transita entre diferentes períodos e estilos, do erudito ao contemporâneo.

Nesta edição, Leandro Turano apresenta um programa especialmente elaborado para o projeto, evidenciando sua trajetória artística e contribuindo para a diversidade musical que marca a curadoria da série.

15 de maio, sexta-feira, às 12h30
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Salão Nobre
Rua Dom Manuel,29, 3º andar – Centro, Rio de Janeiro
Capacidade: 48 pessoas
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

Coisas de Museu
Curiosidades sobre a história do TJRJ e os acervos do Museu da Justiça

Série de vídeos que abordam curiosidades sobre a história do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. Todo mês histórias sobre os acervos do Museu da Justiça e o TJRJ. Novo episódio no dia 16 de maio, "O Código de Hamurabi".

Clique aqui para assistir
Classificação indicativa: livre

24ª Semana Nacional de Museus
Museus: unindo um mundo dividido

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) promove, entre os dias 18 e 24 de maio de 2026, a 24ª Semana Nacional de Museus, em celebração ao Dia Internacional dos Museus (18 de maio). Com o tema “Museus: unindo um mundo dividido”, a iniciativa propõe uma reflexão sobre o papel dos museus em um cenário marcado por desigualdades, conflitos e disputas de narrativas, destacando essas instituições como espaços de diálogo, inclusão e construção de uma sociedade mais justa. O Museu da Justiça integra a programação nacional com atividades alinhadas à proposta do evento, fique atendo a programação.

de 18 a 24 de maio
Museu da Justiça do Rio de Janeiro e Niterói
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

24ª Semana Nacional de Museus
Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal
Visita guiada pelas ruas do Antigo Distrito Federal

Entre avenidas monumentais, fachadas centenárias e edifícios que testemunharam a construção da República, esta visita quiada pelos professores André Leonardo Chevitarese e Tayná Louise de Maria, propõe uma imersão no coração histórico do Rio de Janeiro. O percurso pelo centro da cidade e seus prédios históricos, revela como o antigo Distrito Federal foi transformado em símbolo da modernidade brasileira entre o final do século XIX e o início do XX.

Ao longo do circuito, os participantes serão convidados a compreender o nascimento da capital republicana, o impacto das reformas urbanas da Avenida Central, a expansão da vida cultural carioca e as profundas mudanças sociais que redefiniram a experiência de “ir à cidade”. Cinemas, cafés, teatros, instituições públicas e espaços de sociabilidade ajudam a contar a história de um Rio marcado simultaneamente pelo fascínio do progresso e pelas contradições da modernidade.

18 de maio, segunda-feira, às 15h
Não é necessário inscrição
Ponto de encontro, entrada do Museu da Justiça do Rio de Janeiro:
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, Rio de Janeiro/RJ
Capacidade: 40 pessoas
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

24ª Semana Nacional de Museus
Museu Convida
Justiça e equidade racial unindo o Direito à Memória: Museus como agentes da Justiça Social

Em um mundo dividido por questões políticas, raciais e econômicas, os museus podem funcionar como lugares de escuta e troca. Ao contar histórias de diferentes grupos, eles ajudam a criar empatia e compreensão entre pessoas de realidades distintas. É a partir dessa perspectiva que o Museu da Justiça convida o público a participar da roda de conversa Justiça e equidade racial unindo o Direito à Memória: Museus como agentes da Justiça Social, que contará com reflexões em três subáreas temáticas fundamentais: Museus, Educação e Pesquisa. Todas elas em articulação para entender o papel que essas instituições têm como transformadoras de dinâmicas sociais.

A programação proposta amplificará vozes reunindo pessoas em diálogo, reflexão e diversidade, buscando a coesão social e a salvaguarda da memória, através do patrimônio material e imaterial, construindo pontes e conectando noções de sustentabilidade, pertencimento e territorialidade na sociedade. Os convidados abordarão experiências pessoais e profissionais que auxiliam na reflexão sobre o tema proposto e a inserção dos equipamentos museais dentro de contextos contemporâneos da educação e pesquisa.

Dessa forma, ao unir um mundo dividido, os museus reafirmam sua relevância social ao promover o direito à memória como instrumento de cidadania e justiça. A 24ª Semana Nacional de Museus, portanto, apresenta-se como uma oportunidade significativa para o fortalecimento de práticas museológicas críticas e comprometidas com a transformação social, evidenciando o papel dessas instituições na construção de uma sociedade mais justa, plural e inclusiva.

A roda de conversa será composta por Ana Paula Correa de Carvalho, Doutora em Museologia e Patrimônio pela UNIRIO (2018). Possui Mestrado em Museologia e Patrimônio pela UNIRIO (2011) e graduação em Museologia pela mesma Universidade (2000). Atualmente é professora adjunta do Curso de Graduação em Conservação e Restauração da UFRJ, e coordena o Projeto de Extensão Construindo diálogos: comunidade e patrimônio cultural; Pierre de Cristo, formado em História. Pós-graduado em História e Cultura Afro-brasileira e em Antropologia Brasileira. Possui Especialização em História Social e Contemporânea pela UCAM. Membro da Confraria dos Homens Negros do RJ; e Reginaldo Tobias, Professor de Arte na Rede Estadual de Ensino – SEEDUC, Mestre em Patrimônio e Museologia (UNIRIO), Especialista em Teoria da Arte (UERJ) e Bacharel em Museologia (UNIRIO). Museólogo no Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e Guia de Turismo credenciado pela Embratur.

A mediação será realizada por Janaína Magalhães, Museóloga pela UNIRIO, possui docência com habilitação em Educação Artística (UCAM), Especialização em Arte e Cultura (UCAM) e Mestrado em Preservação de Acervos em Ciências e Tecnologia (MAST/UFRJ).

A programação é gratuita e acontecerá presencialmente no Salão Nobre do Museu da Justiça, com capacidade para 40 pessoas.

19 de maio, terça-feira, às 15h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Salão Nobre
Rua Dom Manuel, 29, 3º – Centro, Rio de Janeiro
Capacidade: 40 pessoas
Informações: museu.seami@tjrj.jus.br
Classificação indicativa: livre
Participação franca

24ª Semana Nacional de Museus
Museu Convida | Papo de Museu
Justiça Epistêmica nos Museus: O Papel do Museólogo entre Acervos Etnográficos e o Direito à Memória

Papo de Museu é um programa de encontros periódicos que promove o diálogo entre o Museu da Justiça, instituições de memória e pesquisadores das áreas de museologia, patrimônio e memória. Por meio de encontros com profissionais do setor, a iniciativa valoriza trajetórias, compartilha experiências e destaca o papel desses agentes na preservação e difusão da memória coletiva.

Em sua primeira edição, o programa receberá Leandro Guedes, museólogo, atualmente no Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), Mestre e Doutorando em Museologia e Patrimônio (UNIRIO/MAST). Atua na interseção entre tecnologia e cultura, com foco em documentação, gestão de repositórios digitais, políticas de acervo e preservação da memória e saberes tradicionais. O convidado abordará o tema Justiça Epistêmica nos Museus: O Papel do Museólogo entre Acervos Etnográficos e o Direito à Memória.

A programação acontecerá de forma presencial no dia 20 de maio, às 15h. O local tem capacidade para 58 pessoas. Para participar é necessário realizar inscrição no link abaixo.

Será concedida declaração de participação para as pessoas que se inscreverem e optarem, no ato da inscrição, pelo recebimento. A emissão da declaração está condicionada à inscrição e à assinatura da lista de presença no dia do evento.

20 de maio, quarta-feira, às 15h
Sala Multiuso do Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, térreo – Centro, Rio de Janeiro
Capacidade: 58 pessoas
E-mail: museu.seami@tjrj.jus.br
Inscrição: Clique neste link para realizar a sua inscrição
Classificação indicativa: livre
Participação franca

24ª Semana Nacional de Museus
Troca de Livros Rio de Janeiro
Recebe Vicente Zaki

O Museu da Justiça recebe o escritor Vicente Zaki, nome literário de Lucinei Vicente dos Santos, autor que desenvolve sua trajetória literária a partir do incentivo à leitura, da educação e da valorização da identidade negra. Natural de Riachuelo, no Rio de Janeiro, e atuando em Nilópolis, Zaki é graduado em Pedagogia, com pós-graduação em Psicopedagogia, e iniciou seu percurso na literatura a partir de projetos de leitura desenvolvidos na rede municipal de ensino e da prática da contação de histórias dentro e fora do ambiente escolar. Autor dos livros infantis “Bené, a Canoa e o Mar” e “Amina e os Segredos da Vovó”, Vicente Zaki constrói narrativas voltadas ao fortalecimento da autoestima e da representatividade de crianças pretas, articulando afeto, ancestralidade e educação em suas obras. Com atuação marcada pela alfabetização, escuta afetiva e mediação de leitura, o escritor propõe histórias que acolhem, inspiram e incentivam o reconhecimento das crianças como protagonistas das próprias narrativas.

O projeto funciona a partir de doações de livros destinadas à troca entre o público. Os visitantes são convidados a trazer um exemplar em boas condições e trocá-lo por outro disponível no dia. A iniciativa busca promover a circulação de saberes e conhecimentos, além de estimular o hábito da leitura e o encontro entre leitores.

21 de maio, quinta-feira, às 12h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, Salão Nobre, 3° andar – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

24ª Semana Nacional de Museus
Museu Convida | Roda de Conversa
Museus que Conectam: territórios, pertencimentos e Contemporaneidade

Em comemoração à Semana Nacional de Museus de 2026, cujo tema é “Museus unindo um mundo dividido”, o Museu da Justiça promove a roda de conversa “Museus que Conectam: territórios, pertencimentos e Contemporaneidade.”, reunindo profissionais de museus de Niterói para um encontro voltado à escuta, à troca de experiências e à construção coletiva de reflexões.

A proposta do encontro dialoga diretamente com o tema nacional ao destacar o papel dos museus na construção de pontes em uma sociedade que por vezes é marcada por desigualdades, tensões e distanciamentos. Nesse contexto, os museus se consolidam como espaços essenciais para promover conexões, incentivar o diálogo e aproximar diferentes realidades.

Mais do que locais de preservação, os museus são agentes ativos na promoção da cultura, da educação e da cidadania. A roda de conversa pretende evidenciar como essas instituições podem contribuir para reduzir distâncias sociais e culturais, fortalecendo vínculos e ampliando o acesso ao conhecimento.

Reunindo diferentes olhares e experiências do cenário museal de Niterói, a atividade convida o público a refletir sobre os desafios contemporâneos e as possibilidades de atuação conjunta. Ao reforçar o tema da Semana Nacional de Museus, o encontro propõe pensar os museus como espaços de aproximação, escuta e construção de um futuro mais coletivo e inclusivo.

25 de maio, segunda-feira, às 14h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/nº, 2º andar – Centro, Niterói/RJ
Inscrição: Clique neste link para assistir
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

Fotografia de drone, com visão do aerea do Museu da Justiça.

Educativo do Museu | Museu da Justiça
Visita mediada: Ao redor da Justiça

O Museu da Justiça, para além das suas quatro paredes, explora as histórias e memórias do seu entorno. Situado em um lugar histórico, caminhar pela rua Dom Manuel, é como entrar em uma máquina do tempo, perpassando pelo antigo bairro da Misericórdia até o antigo Paço Real, atual Praça 15 de novembro, um verdadeiro lugar de disputas de memórias. Essa visita tem como objetivo conscientizar magistrados, servidores e colaboradores desse território cheio de histórias e memórias da Cidade do Rio de Janeiro, no particular, e do Brasil, no geral.

26 de maio, terça-feira, às 15h
Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Telefone: (21) 3133-3768
E-mail: museu@tjrj.jus.br
Clique neste link para acessar o formulário de agendamento
Participação franca
Classificação indicativa: 12

Museu & Educação | Série de entrevistas
Convidada: Bruno Marquesi

O projeto Museu & Educação é uma série de entrevistas mensais, realizada em formato híbrido (com público presencial e virtual), que reúne profissionais da área da educação para promover reflexões sobre o papel do ensino na sociedade contemporânea. A iniciativa busca discutir os avanços técnicos, os desafios atuais e a trajetória histórica da educação, reconhecendo sua importância fundamental na formação do indivíduo desde a Grécia Antiga até os dias de hoje. Mais do que um ciclo de entrevistas, o programa se consolida como um espaço de diálogo sobre o sujeito contemporâneo, a sociedade e as múltiplas dimensões da educação em seu contexto histórico e social.

Nesta edição, o convidado é Bruno Marques, multiartista e produtor cultural. Formado em Atuação Cênica pela UNIRIO, constrói há 13 anos uma trajetória profissional que articula teatro, cabaré, música, carnaval de rua e audiovisual.

Ator, cantor, performer e mestre de cerimônias, o artista investiga a construção de personas e experiências cênicas a partir da mistura de linguagens. Pesquisa a linguagem do cabaré há 10 anos, destacando-se em seus trabalhos recentes "Sarjeta" e "Tormentas de Amor" — ambos integrantes do projeto "Cabaré do Glaucio" —, além do espetáculo "Varieté dus Amantes".

Sua atuação expande-se para a criação de conteúdo digital por meio de sua persona Bruna Marketing, focada em entrevistas e coberturas de eventos culturais. No audiovisual, acumula participações no longa-metragem "Medusa", na novela "Vale Tudo", nas séries "Vermelho Sangue" e "Reis", além de produções em curtas-metragens independentes.

Com uma atuação consolidada no cenário festivo e formativo, foi diretor artístico e produtor do bloco de carnaval de rua Charanga Talismã entre os anos de 2019 e 2025. Cantor na banda Pequenos Acordes, Bruno Marques reúne sólida experiência artística e um contínuo compromisso com projetos arte-educativos infantis ao longo de toda a sua trajetória.

27 de maio, quarta-feira, às 14h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Clique aqui para assistir
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Museu Convida
Arquivos Judiciais da Escravidão no Vale do Paraiba Fluminense

A programação irá divulgar os frutos do projeto realizado em parceria entre o MPF e o TJRJ, que buscou contribuir para a preservação, acesso e difusão dos acervos judiciais da escravidão negra em uma das principais regiões escravagistas do Brasil no século XIX, o Vale do Paraiba, na Província do Rio de Janeiro. A iniciativa, desenvolvida entre maio de 2024 e setembro de 2025, percorreu vários municípios da região, alcançou importantes objetivos e foi condecorada com a menção honrosa no Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário 2026, na categoria de patrimônio cultural museológico, subcategoria especial “Escravidão e liberdade: passado e presente”.

A roda de conversa será composta por Gilmar de Almeida Sá, historiador e chefe do Serviço de Acervo Textual, Audiovisual e de Pesquisas Históricas (SEATA) do Museu da Justiça; Júlia Vieira Penelis, bacharel e licenciada em História pela UFRJ, atua como Pesquisadora no Museu da Justiça. Possui experiência em mediação pedagógica, tendo atuado por dois anos na Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME-RJ); Clarissa Ramos Gomes, Doutora em História Social pela UFF, possui experiência em gestão de acervos históricos, patrimônio histórico, tratamento técnico arquivístico e pesquisa iconográfica. Atualmente é pesquisadora em História do Museu da Justiça, no Serviço de Acervo Textual, Audiovisual e de Pesquisa Histórica; e Lara Rodrigues de Brito Pinheiro, licenciada em História pela UFF e mestra em História pela UERJ. É Pesquisadora Júnior da Rede Proprietas, hoje Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) e pesquisadora em História no Arquivo Central do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.

28 de maio, quinta-feira, às 15h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Salão Nobre
Rua Dom Manuel, 29, 3º – Centro, Rio de Janeiro
Capacidade: 40 pessoas
Classificação indicativa: livre
Participação franca

Fotografia dos atores trajados de deusa Themis, deusa Maat e Ruy Barbosa

Educativo do Museu
Visita Mediada com Personagens Históricos: Deusas Themis e Maat & Ruy Barbosa

O Museu da Justiça apresenta ao público o programa Visitas Mediadas com Personagens Históricos, uma experiência interativa e imersiva que propõe um novo olhar sobre a história do direito e da justiça no Brasil. A iniciativa estreia com visitas conduzidas pelas deusas Themis e Maat, interpretadas por Dulce Penna e Bárbara Vila Nova, e com um novo roteiro protagonizado pelo jurista Ruy Barbosa, vivido por Roberto de Souza.

De forma lúdica e envolvente, as visitas exploram os espaços e elementos históricos dos prédios do Museu da Justiça no Rio de Janeiro e em Niterói, conectando a história arquitetônica dos edifícios às experiências, narrativas e simbolismos de personagens que têm a justiça como princípio central de suas trajetórias.

Com o propósito de aproximar a sociedade do universo judiciário, o programa aposta na imersão e na interatividade para abordar temas como as origens das leis, os princípios da justiça, a formação do direito no Brasil e as obras presentes nos salões históricos dos museus. A visita é conduzida por figuras emblemáticas da história e da mitologia, ampliando o diálogo entre passado e presente, motivando o visitante a refletir sobre o futuro, bem como a importância do papel da Justiça e de seus valores para o bem comum.

As Visitas Mediadas com Personagens Históricos têm a mediação do Educativo do MUSEU e a duração de 50 minutos e sendo recomendadas para todos os públicos. Para participar basta realizar um agendamento prévio nos e-mails abaixo.

Agende sua visita!
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 50 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Exposição
Replantando Vida – 25 Anos Semeando Futuros

O Museu da Justiça em parceria com o Departamento de Sustentabilidade, recebe a exposição fotográfica “Replantando Vida – 25 Anos Semeando Futuros”, que apresenta ao público a trajetória de uma das mais relevantes iniciativas socioambientais do estado. Promovido pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), o projeto alia ressocialização de pessoas privadas de liberdade à restauração ambiental, evidenciando caminhos possíveis para a construção de políticas públicas voltadas à inclusão social e à sustentabilidade. A exposição faz parte da Semana da Cultura no Sistema Prisional, integrada ao roteiro "Horizontes Culturais", do programa Fazendo Justiça, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e apoio da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen).

Criado em 2001, o programa já impactou mais de seis mil pessoas e contabiliza a produção de milhões de mudas e a recuperação de extensas áreas florestais. A exposição apresenta não apenas os resultados ambientais, mas também o processo de capacitação profissional dos participantes, que atuam em diversas frentes, como reflorestamento, manutenção e atividades produtivas. Realizado em parceria com a Vara de Execuções Penais, a Fundação Santa Cabrini e a Secretaria de Administração Penitenciária, o projeto reforça o papel do Judiciário e de instituições parceiras na promoção de ações que articulam memória, cidadania e transformação social.

Somente até 22 de maio
Visitação de segunda a sexta, das 11h às 14h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Exposição
Entre Histórias e Utopias: o legado de Joel Rufino

O Museu da Justiça inaugura, no dia 27 de novembro, a exposição “Entre Histórias e Utopias: o legado de Joel Rufino”, uma homenagem a um dos maiores intelectuais brasileiros. Historiador, escritor, professor e militante incansável da igualdade racial, Joel Rufino dos Santos dedicou sua vida a pensar o Brasil sob a ótica da justiça, da cultura e da cidadania. A mostra convida o público a revisitar sua trajetória múltipla — da produção literária à atuação política e acadêmica —, revelando um homem que acreditava no poder das palavras para transformar o mundo.

Reunindo textos, imagens, objetos pessoais e obras inspiradas em suas ideias, a exposição cria uma narrativa sensível e potente sobre memória, resistência e esperança. Mais do que revisitar a história de Joel Rufino, “Entre Histórias e Utopias” propõe uma imersão em seu pensamento humanista e visionário — um convite para refletir sobre o Brasil que temos e o país que ainda podemos construir.

A exposição é fruto da parceria Museu da Justiça e o Núcleo de Atenção e Promoção à Justiça Social (NAPJUS). Instituído no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro pela Resolução OE nº 02/2025, o NAPJUS possui a missão de fortalecer a atuação do Poder Judiciário na promoção da equidade, da dignidade humana e da justiça social.

Somente até 8 de maio
Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca
Classificação indicativa: Livre

Oficina de Argumentação:
Luiz Gama e a Questão Neto

O Programa Memória e Educação foi concebido para disseminar conhecimento histórico sobre a justiça e o direito brasileiros, utiliza como base o processo histórico de Luiz Gama na Questão Neto. A partir da pesquisa bibliográfica, foi elaborado um texto para leitura dramatizada. Durante a leitura, o público recebe um glossário com termos jurídicos e expressões antigas presentes no processo, preservando a imersão histórica e, ao mesmo tempo, tornando o conteúdo acessível ao explicar legislações e vocabulário não usual. Após essa etapa, os participantes são divididos em dois grupos e convidados a analisar casos fictícios envolvendo crimes de racismo e intolerância religiosa. Cada grupo deve elaborar uma carta ou comunicação sobre o crime apresentado.

Clique neste link para saber mais.

Recomendada para turmas de ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Fotografia de um grupo partipando da visita mediada.

Educativo do Museu
Visita Mediada ao Museu da Justiça do Rio de Janeiro e Niterói

Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções dos Antigos Palácios da Justiça do Rio de Janeiro e de Niterói. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado nos salões históricos dos Tribunais do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.

Clique neste link para saber mais.

Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Exposições de longa duração
“Origens do Direito e princípios da Justiça”
“História do Direito e da Justiça no Brasil”

Com o objetivo de aproximar a sociedade do universo jurídico e fortalecer a formação cidadã, o Museu da Justiça inaugura duas exposições de longa duração que apostam na imersão e interatividade para abordar as origens das leis, os princípios da justiça e a trajetória do direito no Brasil. As novas salas convidam o público a refletir sobre o papel da Justiça na construção da sociedade, conectando passado e presente de forma dinâmica e acessível.

Na primeira exposição, os visitantes iniciam sua jornada explorando os primeiros códigos jurídicos da história da humanidade, como o Código de Hamurabi e a Lei das Doze Tábuas, em uma linha do tempo que revela como as leis foram moldando as civilizações. Já na segunda sala, o foco se volta para o Brasil, com uma cronologia temática das principais leis, instituições jurídicas e casos judiciais emblemáticos. Figuras históricas como o advogado abolicionista Luiz Gama, o líder Guarani e ambientalista Marçal Tupã-Y e a presa política Inês Etienne Romeu surgem como protagonistas de lutas por justiça que atravessam a história brasileira.

Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Ed. Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manoel, 29, – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: Livre
Entrada Franca

Imagens dos cartazes das exposições Arte, Educação e Sustentabilidade; Mostra o Escultor da Justiça: Um Olhar artístico sobre Deocleciano; Centenário do Antigo Palácio da Justiça de Niterói; e Mostra de Documentos Judiciais: Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo, sobre um fundo azul.

Exposição
Exposições virtuais do Museu da Justiça

As exposições promovidas pelo Museu da Justiça são concebidas a partir de pesquisas desenvolvidas pelas suas equipes, do acervo sob sua guarda ou por artistas diversos, e têm por objetivo estimular a reflexão acerca de temas relacionados a justiça, direitos, cidadania e os desafios da sociedade contemporânea. Além de exposições presenciais, disponibilizamos em nosso portal diversas exposições que podem ser acessadas de onde você estiver.

Para visitar as exposições virtuais e saber mais sobre as exposições presenciais, acesse: Clique aqui para acessar a página de Exposições

Classificação indicativa: livre