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Programação de Agosto
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Parcerias do Museu
Vamos falar sobre isso?
Ancestralidade, tecnologia social para a real conectividade?
Criado em 2016, na Biblioteca Parque Estadual, o programa Vamos falar sobre isso? reúne diversas instâncias e atores sociais para debaterem assuntos atuais, cotidianos, urgentes e necessários. É realizado pela Secretaria do Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida (SEMESQV) em parceria com o Museu da Justiça. Neste ano de 2026, o programa tem como tema central a “Solidão”.
Através do diálogo com a exposição Lideranças Quilombolas do Rio de Janeiro: História e Resistência, propomos nesta 44° edição, o mote “Ancestralidade, tecnologia social para a real conectividade?". A proposta convida a uma reflexão sobre como os saberes ancestrais, os vínculos comunitários e as tecnologias sociais podem inspirar novas formas de pertencimento, cuidado e conexão em uma sociedade cada vez mais digital, mas nem sempre verdadeiramente conectada.
Para compor a roda de conversa, apresentar diferentes perspectivas e enriquecer o debate, foram convidados: Michel Lima, carioca, 50 anos, pai de dois filhos. Doutor em Saúde, mestre em Ciência da Motricidade Humana e professor universitário com atuação nas áreas de Gestão e Saúde. Atualmente, é Secretário Municipal do Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida Rio; Inara Firmino, Yawo de Oxóssi e filha da Mãe Meninazinha de Oxum, do Ilê Omolu e Oxum. Doutora em Direito Constitucional e Teoria do Estado pelo Programa de Pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2025). Mestra (2020) e graduada (2016) em Direito pela Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FDRP/USP). Pesquisadora do Centro de Pesquisa Aplicada em Justiça Racial e Direito (FGV Direito/SP) e Coordenadora do Núcleo de Atenção e Promoção à Justiça Social do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro; e Nayla Oliveira, Educadora museal há 16 anos, coordenadora do Programa Educativo do MUHCAB. Mestranda em História, Política e Bens Culturais (FGV) e pós-graduanda em Ensino de História da África (Colégio Pedro II). Acredita no poder da educação, da cultura e do axé.
A mediação será de Izadora Alves (1999, Rio de Janeiro), artista interdisciplinar, pesquisadora e arte-educadora formada em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Sua prática opera na convergência entre bioarte, sistemas generativos e mídias tradicionais para investigar as profundas intersecções entre o corpo humano, a natureza, as cosmologias afrodiaspóricas e a espiritualidade. Através do tecnoxamanismo e do afrofuturismo, desenvolve projetos como "Entrelaçamento" e a série "Iyàmi", afirmando que espiritualidade, ancestralidade e tecnologia atuam em um mesmo campo semântico. Suas obras funcionam como amuletos visuais que propõem um "design da ancestralidade", ressignificando o protagonismo feminino negro na arte contemporânea. Atualmente, atua como educadora museal no Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro e expande sua pesquisa em arte e tecnologia na Escola Brasileira de Arte e Tecnologia (EBAT).
03 de agosto, segunda-feira, às 10h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
l Tribunal do Júri
Rua Dom Manuel,29, 2º andar – Centro, Rio de Janeiro
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

Música no Museu
Rodrigo Derzie | Piano
O projeto Música no Museu dá continuidade à sua programação com a apresentação do pianista Rodrigo Derzie, reafirmando sua missão de democratizar o acesso à música de concerto por meio de recitais gratuitos em espaços culturais e históricos.
Bacharel em Piano pela Escola de Música da UFRJ e mestre em Música pelo Mannes College (EUA), Rodrigo Derzie foi premiado em importantes concursos nacionais de piano e já se apresentou em salas de concerto no Brasil e no exterior, incluindo o Mannes Concert Hall (EUA), o FEMUSC e o Salão Leopoldo Miguez, onde atuou como solista com a Orquestra Sinfônica da UFRJ. Atualmente, cursa o Mestrado Profissional em Música na UFRJ.
Nesta apresentação, o público poderá apreciar um recital que destaca a riqueza do repertório pianístico, reafirmando o compromisso do Música no Museu com a valorização da música de concerto e de seus intérpretes.
06 de agosto, quinta-feira, às 12h30
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Salão Nobre
Rua Dom Manuel,29, 3º andar – Centro, Rio de Janeiro
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca
Museu Convida
Palestra: 20 anos da Lei Maria da Penha (2006-2026) - Breve História dos Direitos das
Mulheres
No dia 7 de agosto de 2026, o Museu da Justiça de Niterói receberá o Professor Marcelo Quaresma, no Programa Museu Convida para palestrar “20 ANOS DA LEI MARIA DA PENHA (2006-2026) - BREVE HISTÓRIA DOS DIREITOS DAS MULHERES”.
O evento acontecerá às 14h, exatamente na data do 20º aniversário do principal marco legal do país para punir e coibir a violência doméstica. A apresentação faz parte do apoio à campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra a mulher.
A linha do tempo do evento levará o público a uma jornada completa pela evolução dos direitos femininos. O conteúdo viajará desde o matriarcado antigo, Egito, Grécia e Roma, passando pela Idade Média, Mundo Árabe, sufragismo e o movimento hippie, até alcançar a legislação atual e os desafios contemporâneos.
Sua presença é fundamental para fortalecer essa grande corrente de conscientização e debate.
A programação acontecerá de forma hibrida.
07 de agosto, sexta-feira, às 14h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre
Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal
Educativo do Museu | Visita Mediada
Desvendando a arquitetura do Museu da Justiça
Desvendando a Arquitetura do Museu da Justiça é uma visita educativa que busca investigar os elementos artísticos e históricos que constituem os corredores, salões e caminhos do antigo Palácio da Justiça. Através de uma abordagem didática e interativa, os visitantes serão convidados a explorar os detalhes da composição arquitetônica do prédio e refletir sobre suas temporalidades e contextos de formação. O objetivo do passeio é (re)descobrir sentidos e significados escondidos nos conjuntos ou perdidos por efeito do tempo.
11 de agosto, terça-feira, às 15h
Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Telefone: (21) 3133-2127
E-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Clique neste link para acessar o formulário de agendamento
Participação franca
Classificação indicativa: 14
Museu & Educação | Série de Entrevistas
Convidado, Júnior Melo
O projeto Museu & Educação é uma série de entrevistas mensais, realizada em formato híbrido (com público presencial e virtual), que reúne profissionais da área da educação para promover reflexões sobre o papel do ensino na sociedade contemporânea. A iniciativa busca discutir os avanços técnicos, os desafios atuais e a trajetória histórica da educação, reconhecendo sua importância fundamental na formação do indivíduo desde a Grécia Antiga até os dias de hoje. Mais do que um ciclo de entrevistas, o programa se consolida como um espaço de diálogo sobre o sujeito contemporâneo, a sociedade e as múltiplas dimensões da educação em seu contexto histórico e social.
No mês de agosto o Museu & Educação destaca a trajetória de Junior Melo: ator, palhaço, diretor artístico e produtor cultural. Com uma carreira marcada pela versatilidade na cena artística fluminense, ele desenvolve seu trabalho articulando as linguagens do teatro, do circo e da pedagogia.
Sua sólida formação inclui passagens pela Escola Fábrica dos Atores, pelo Instituto Eslipa, pela tradicional ETET Martins Penna e pela Escola Sesc de Artes Dramáticas. Junior é co-fundador da Inepta Cia., coletivo onde atua como ator e dramaturgo dos espetáculos “Uma Mala para Dois Palhaços”, “Benjamim, te sigo Daqui” e “Aniversário de Bu”.
Nos palcos, destaca-se em produções de grande relevância nacional e internacional. Integrou o elenco de “Revolução na América do Sul”, espetáculo indicado ao 16º Prêmio APTR que realizou turnê em Portugal. É o idealizador, produtor e ator de “Amor de Baile”, produção vencedora do 35° Prêmio SHELL na categoria Música. Na direção artística, assina o espetáculo “O Grande Acordo Internacional de Tio Patinhas”, vencedor da categoria de Melhor Direção no Prêmio de Humor de 2025.
Seu portfólio ainda inclui a assistência de encenação em “Travessias Nordeste x Baixada”, a direção de “Super Zezinho e o Terrível Mistério do Espelho” e a atuação como intérprete no espetáculo de dança “Salomão”. No campo social e pedagógico, Junior fez parte do quadro de atores e palhaços do programa Plateias Hospitalares, dos Doutores da Alegria, e integrou o corpo docente no Polo Educacional Sesc, pela Escola Sesc de Arte Dramática.
12 de agosto, quarta-feira, às 14h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre
Música Convida
Lançamento do livro “A Era das Decisões Invisíveis”, de Helem Franceschini
Em seu primeiro ensaio, a advogada e pesquisadora Helem Franceschini convida o público a compreender como dados, plataformas digitais e sistemas automatizados influenciam decisões que afetam a vida de milhões de pessoas.
Quantas decisões sobre a sua vida foram tomadas hoje por um algoritmo sem que você percebesse? Essa é a provocação que conduz A Era das Decisões Invisíveis, livro de estreia da advogada e pesquisadora Helem Franceschini, lançado em junho de 2026.
Em linguagem acessível e voltada ao público em geral, a autora mostra como dados, algoritmos e plataformas digitais passaram a influenciar, de forma silenciosa, aspectos fundamentais da vida cotidiana. Da concessão de crédito aos processos seletivos de emprego, passando pelo conteúdo exibido nas redes sociais e mecanismos de busca, decisões cada vez mais relevantes são mediadas por sistemas automatizados cuja lógica permanece invisível para a maioria das pessoas.
Mais do que uma obra sobre tecnologia, A Era das Decisões Invisíveis propõe uma reflexão sobre liberdade, autonomia e cidadania na sociedade digital. Ao traduzir conceitos complexos para uma narrativa clara e objetiva, o livro busca ampliar o debate público sobre os impactos da inteligência artificial, da coleta de dados e da automação nas relações sociais e econômicas.
Segundo Helem Franceschini, compreender o funcionamento desses sistemas é um passo essencial para que cidadãos possam exercer seus direitos de forma consciente e participar das discussões que definirão o futuro da vida digital.
Advogada inscrita na OAB/RJ e OAB/DF, Helem Franceschini pesquisa a relação entre Direito, tecnologia e vida cotidiana. Seu trabalho é voltado à democratização de temas como proteção de dados, algoritmos e inteligência artificial, aproximando essas discussões do público não especializado. A Era das Decisões Invisíveis é seu primeiro ensaio e marca sua estreia no mercado editorial.
12 de agosto, quarta-feira, às 18h30
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Salão Nobre
Rua Dom Manuel,29, 3º andar – Centro, Rio de Janeiro
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca
Música Convida
Lançamento do livro “A Rede do Ódio”, de Luciana Fiala de Siqueira Carvalho
O programa Museu Convida promove, no próximo dia 13 de agosto, o lançamento do livro "A Rede do Ódio: uma investigação sobre os impactos na saúde das mulheres vítimas", de Luciana Fiala de Siqueira Carvalho.
O trabalho intitulado “A Rede do Ódio: uma investigação sobre os impactos na saúde das mulheres vítimas” analisa a violência de gênero praticada por meio das tecnologias de informação e comunicação (TIC) e seus efeitos sobre a saúde das mulheres. A pesquisa parte do reconhecimento de que a violência perpetrada através das TIC constitui uma extensão das desigualdades estruturais de gênero presentes na sociedade, sendo amplificada pelas dinâmicas próprias do ambiente virtual. O estudo examina conceitos e fundamentos da violência na rede, bem como sua relação com fenômenos contemporâneos como a misoginia digital, o antifeminismo e a chamada machosfera. Também são discutidas as categorias discursivas de hostilidade presentes nas redes, incluindo insultos, ataques e discursos de ódio direcionados às mulheres. Esse trabalho de pesquisa contextualiza historicamente essas práticas à luz das teorias feministas e das transformações sociotecnológicas da cibercultura. Ademais, analisa dados empíricos que demonstram a dimensão estrutural da violência digital e seus impactos psicossociais, como ansiedade, depressão e restrição da participação pública feminina. O trabalho investiga ainda a vulnerabilidade específica das mulheres nesse ambiente e a insuficiência das respostas normativas do ordenamento jurídico brasileiro. Por fim, propõe a necessidade de abordagens intersetoriais que integrem direitos humanos, justiça e saúde, bem como políticas públicas de prevenção, educação digital e responsabilização das plataformas, visando à proteção da dignidade e da saúde das mulheres no ambiente digital.
13 de agosto, quinta-feira, às 17h30
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Salão Nobre
Rua Dom Manuel,29, 3º andar – Centro, Rio de Janeiro
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca
Música Convida | Recitais UNIRIO
Duo Amnis - Mauricio Silva e Maria Luisa Lundberg |Clarinete e Piano
Os Recitais UNIRIO no Museu da Justiça têm grande importância pedagógica pois unem a formação dos estudantes com a aproximação da universidade à sociedade. As apresentações permitem que os alunos vivenciem experiências práticas em um espaço cultural, enquanto o público tem acesso gratuito à música de concerto. Dessa forma, o projeto incentiva a educação musical, valoriza a cultura e fortalece a relação entre ensino, arte e comunidade.
Para a apresentação do dia 14, o projeto trará o Duo Amnis, formado pelo clarinetista Mauricio Silva e pela pianista Maria Luisa Lundberg, nasce do encontro entre duas trajetórias artísticas marcadas pela escuta, pela expressividade e pelo compromisso com a profundidade musical. Inspirado no termo latino amnis — “rio”, “fluxo” —, o duo constrói sua identidade a partir da ideia de movimento contínuo: a música como um espaço de transformação, conexão e circulação entre diferentes linguagens, culturas e sensibilidades. Sua atuação se destaca pela combinação entre rigor técnico, refinamento interpretativo e uma abordagem sensível da música de câmara, na qual o diálogo entre clarineta e piano se estabelece como elemento central. Cada programa é concebido como um percurso artístico, onde repertórios diversos se encontram e se ressignificam.
14 de agosto, sexta-feira, às 12h30
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Sala Multiuso
Rua Dom Manuel,29, térreo – Centro, Rio de Janeiro
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca
História Oral
Entrevistado: Desa. Luisa Cristina Bottrel Souza
O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça, com objetivo de preservar e divulgar a história recente da Justiça Fluminense por meio do testemunho de seus próprios agentes sob a coordenação do desembargador Ronald dos Santos Valladares.
Os sumários dos depoimentos são disponibilizados na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA, através do endereço eletrônico museu.seata@tjrj.jus.br.
Luisa Cristina Bottrel Souza é desembargadora aposentada do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Graduada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre em Direito pela Universidade Estácio de Sá, ingressou na magistratura em 1987, exercendo jurisdição em comarcas como Mangaratiba, Rio Claro, Niterói e Capital. Promovida ao cargo de desembargadora em 2003, atuou em câmaras cíveis e criminais do Tribunal. Aposentou-se em 2012 e atualmente atua como mediadora e árbitra.
Na entrevista ao Programa de História Oral do Museu da Justiça, Luisa Cristina Bottrel Souza relembra sua trajetória pessoal e profissional, desde a infância no Rio de Janeiro e a formação familiar até a escolha pelo Direito. Ao longo do depoimento, comenta sua formação na antiga Universidade do Estado da Guanabara, atual UERJ, sua passagem pela área jurídica do Banco do Brasil e o ingresso na magistratura, após aprovação em concurso público.
Com enfoque institucional, aborda os primeiros anos como juíza, marcados pela atuação nas Comarcas de Mangaratiba e Rio Claro, em um contexto de pouca estrutura e grande diversidade de atribuições. A entrevistada também relata experiências vividas como juiza de primeiro grau, destacando o contato direto com jurisdicionados, advogados e servidores, além dos desafios enfrentados por mulheres na magistratura naquele período.
Luisa Cristina Bottrel Souza reflete ainda sobre sua promoção ao cargo de desembargadora, sua atuação em câmaras cíveis e criminais e o processo que a levou à aposentadoria. O depoimento traz também considerações sobre as transformações do Judiciário ao longo do tempo, incluindo a ampliação da estrutura institucional, a informatização dos processos e os desafios relacionados ao acesso à justiça.
Por fim, a entrevistada comenta sua atuação após a aposentadoria, especialmente nas áreas de mediação e arbitragem. Ao tratar dos métodos adequados de solução de conflitos, destaca a importância da mediação como caminho para a construção de soluções pelas próprias partes e como possibilidade de contribuição para o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional.
Estreia 16 de agosto, domingo
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Classificação indicativa: livre
Museu Convida | Papo de Museu
Patrimônio Cultural para que(m)? Usos e limites do patrimônio cultural no Rio de Janeiro
Palestrante: Procurador da República Sergio Gardenghi Suiama
O programa Papo de Museu realiza, no dia 19 de agosto, o encontro “Patrimônio Cultural para que(m)? Usos e limites do patrimônio cultural no Rio de Janeiro”, com participação do procurador da República Sergio Gardenghi Suiama. A atividade propõe uma reflexão crítica sobre as políticas de proteção do patrimônio cultural implementadas no Brasil após a Constituição de 1988, a partir de exemplos de casos acompanhados pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.
Procurador da República desde 2002, Sergio Suiama atua há 12 anos no Núcleo do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do MPF no Rio de Janeiro e atualmente coordena a Comissão de Patrimônio Histórico e Cultural do Ministério Público Federal, junto à Procuradoria-Geral da República. Doutorando em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o convidado também é mestre em Direito pela Universidade de Columbia e em Patrimônio Mundial pela Universidade de Turim. Durante o encontro, serão discutidos os principais desafios para a efetivação do patrimônio cultural como um direito de todas as pessoas, considerando os usos, os limites e as políticas de proteção do patrimônio cultural material e imaterial de competência da União na cidade do Rio de Janeiro.
A programação acontecerá de forma hibrida no dia 19 de agosto, às 15h. O local tem capacidade para 58 pessoas.
19 de agosto, quarta-feira, às 15h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Sala Multiuso
Rua Dom Manuel,29, térreo – Centro, Rio de Janeiro
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Classificação indicativa: livre
Entrada Franca
Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal
Palácio Tiradentes: História, Arquitetura e Memória do Legislativo Fluminense
O Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal propõe um reencontro com marcos históricos. A iniciativa convida o público a revisitar os espaços como testemunhas ativas de uma história que ainda reverbera no presente. Ao longo de sua programação, o Circuito promove palestras e visitas guiadas que articulam pesquisa histórica, patrimônio e experiência urbana, estimulando a reflexão sobre o papel dessas instituições na construção da sociedade brasileira.
No dia 20 de agosto, a palestra contará com a participação de Douglas Liborio, cujo debate busca analisar o papel da arquitetura de poder na construção do imaginário político brasileiro. Tendo como foco o Palácio Tiradentes, sede histórica da Alerj, será discutido o processo de construção e concepção de um modelo de arquitetura para a representação política e as relações entre tradição e modernidade na arte da década de 1920; e de Vitória Mello, cuja palestra percorre os 50 anos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), desde sua criação, em 15 de março de 1975. Ao revisitar momentos marcantes de sua trajetória, destaca a importância do Palácio Tiradentes como palco de acontecimentos históricos no período.
Douglas Liborio – Historiador (UFRJ), assessor da Diretoria-Geral da ALERJ, curador e professor da pós-graduação do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Mestre e Doutorando em História Social pelo PPGH-UFF. Autor do livro “Palácio Tiradentes: arte e política no Brasil republicano”.
Vitória Mello – Relações Institucionais da Subdiretoria-Geral de Cultura da ALERJ, é Internacionalista pela Universidade Federal Fluminense (UFF). É pós-graduada em Gestão do Poder Legislativo e escreveu o estudo “50 anos da Alerj: formação institucional, funções constitucionais e desafios democráticos”.
Saiba mais: https://www.tjrj.jus.br/web/museu/circuitocentenario.
20 de agosto, quinta-feira, às 11h
Palácio Tiradentes – Plenário Barbosa Lima Sobrinho
Rua Primeiro de Março, s/nº – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Capacidade: 200 pessoas
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca
Educativo do Museu | Diálogos que Inspiram
Diálogos que Inspiram: Mulheres, Territórios e Futuros
O Educativo do Museu da Justiça, por meio do programa Diálogos que inspiram, em consonância com a exposição Lideranças Quilombolas do Rio de Janeiro: História e Resistência, promove a roda de Mulheres, Territórios e Futuros. A proposta evidencia o protagonismo, a potência e as trajetórias de lideranças quilombolas, educadoras e ativistas, apresentando suas formas de resistência, organização e produção de saberes nos territórios.
A atividade se estrutura como um espaço de escuta e partilha, onde as convidadas apresentam suas vivências, experiências e visões de mundo, tecendo reflexões sobre ancestralidade, pertencimento e construção de futuros possíveis. A roda de conversa propõe o fortalecimento de redes de cuidado e troca, reconhecendo o papel fundamental das mulheres quilombolas na preservação cultural e na reinvenção de caminhos coletivos.
Como eixo central, o encontro dialoga com o tema Quilombolas do Rio de Janeiro: História e Resistência, ampliando o olhar sobre as múltiplas dimensões da vida nos territórios quilombolas e suas continuidades históricas no presente.
21 de agosto, sexta-feira, às 15h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Sala Multiuso
Rua Dom Manuel,29, térreo – Centro, Rio de Janeiro
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca
Educativo do Museu | Museu da Justiça
Visita mediada: Ao redor da Justiça
O Museu da Justiça, para além das suas quatro paredes, explora as histórias e memórias do seu entorno. Situado em um lugar histórico, caminhar pela rua Dom Manuel, é como entrar em uma máquina do tempo, perpassando pelo antigo bairro da Misericórdia até o antigo Paço Real, atual Praça 15 de novembro, um verdadeiro lugar de disputas de memórias. Essa visita tem como objetivo conscientizar magistrados, servidores e colaboradores desse território cheio de histórias e memórias da Cidade do Rio de Janeiro, no particular, e do Brasil, no geral.
25 de agosto, terça-feira, às 15h
Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Telefone: (21) 3133-3768
E-mail: museu@tjrj.jus.br
Clique neste link para
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Participação franca
Classificação indicativa: 12
Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal
Mesa Redonda - Preconceito, Resistência e Cultura Popular no Rio de Janeiro dos anos
1920
O Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal propõe um reencontro com marcos históricos. A iniciativa convida o público a revisitar os espaços como testemunhas ativas de uma história que ainda reverbera no presente. Ao longo de sua programação, o Circuito promove palestras e visitas guiadas que articulam pesquisa histórica, patrimônio e experiência urbana, estimulando a reflexão sobre o papel dessas instituições na construção da sociedade brasileira.
No dia 26 de agosto, a mesa redonda Preconceito, >Resistência e Cultura Popular no Rio de Janeiro dos anos 1920 apresenta Trabalho e Lazer das “Classes Perigosas”, de Julia Penelis, que debate o trabalho e o lazer como espaços de sociabilidade e resistência das classes populares na década de 20, expondo que enquanto uma cidade moderna e excludente se erguia, um grupo construía, nas brechas do cotidiano, outras formas possíveis de viver; Carnaval, samba e organização popular no Rio de Janeiro dos anos 1920, de Giuliano de Miranda Júnior, que propõe evidenciar as intervenções e compreensões das classes populares sobre os anos 1920, privilegiando o associativismo político-cultural, o carnaval e o samba como expressões da vontade popular e resistência aos projetos das elites; e Gênero, Imprensa e Justiça no Caso Sylvia Thibau, de Clarissa Ramos Gomes, que aborda o quanto o crime cometido por Sylvia Thibau contra Roberto Rodrigues revela como imprensa, gênero e moral se entrelaçavam no Rio dos anos 1920. A repercussão expõe disputas sobre a representação feminina, a exploração da vida privada e a concorrência entre jornais.
Julia Penelis é historiadora formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pesquisadora no Museu da Justiça. Atualmente, dedica-se ao aprofundamento de pesquisas sobre a história do Rio de Janeiro;
Giuliano de Miranda Júnior é historiador pela UFRJ e técnico em arquivo no Museu da Justiça. Pesquisa a história social do samba e do carnaval carioca, colaborando com pesquisas para enredos de escolas de samba.
Clarissa Ramos Gomes é Pesquisadora em História do Serviço de Acervo Textual, Audiovisual e de Pesquisas Históricas (SEATA), formada e pós-graduada em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
A mediação será de Gilmar de Almeida Sá, historiador e chefe do Serviço de Acervo Textual, Audiovisual e de Pesquisas Históricas (SEATA) do Museu da Justiça.
26 de agosto, quarta-feira, às 15h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Salão Nobre
Rua Dom Manuel,29, 3º andar – Centro, Rio de Janeiro
Transmissão: Clique aqui
para assistir ao evento.
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca
Museu Convida
Julgamentos que entraram para a história - Um debate sobre os casos que marcaram o Brasil
Contar a história de alguns dos julgamentos mais conhecidos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro é também contar a história do Brasil. Da colônia à República, passando pelo Império, o acervo guardado, preservado e mantido pelo TJRJ foi a matéria-prima imprescindível para a publicação do livro Julgamentos que entraram para a História - Casos emblemáticos da história do Brasil a partir dos acervos do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.
A documentação, consultada pelos pesquisadores, revela nuances, conflitos e transformações sociais na história do Brasil, e permite observar a progressiva adaptação do Judiciário às profundas transformações sociais que marcaram, principalmente, o último século. Aprofundar a intercessão entre Direito e História, portanto, é essencial para qualquer um que queira fazer análises sociais e políticas.
Os arquivos do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, preservados pelos Museu da Justiça e Departamento de Gestão de Acervos Arquivísticos, revelam o papel do Poder Judiciário em preservar a história do país. Sempre atenta às mudanças sociais e políticas, a Instituição continua no caminho de compreender a sociedade, além de salvaguardar o patrimônio brasileiro.
Dividido em mesas temáticas, os artigos que compõem a publicação serão debatidos pelos articulistas Gilmar de Almeida Sá, Tayná Louise de Maria, Juliana Batista e Alessandra Elias, a partir de eixos previamente definidos: Escravidão, direito e resistência; Conflitos políticos e violência; Crimes contra a mulher e a infância; e Culpa, exceção e impunidade.
Gilmar de Almeida Sá – Historiador e Chefe do Serviço de Acervo Textual, Audiovisual e de Pesquisas Históricas (SEATA) do Museu da Justiça.
Tayná Louise de Maria – Assessora técnica do Museu da Justiça do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em História Comparada (IH/UFRJ), Mestre pelo mesmo Programa.
Juliana Batista – Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com graduação em História pela mesma universidade e graduação em Arquivologia pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente é arquivista do Arquivo Central do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.
Alessandra Elias – Graduada em História (bacharelado e licenciatura) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestra em História Política e Sociedade pelo Programa de Pós-Graduação da mesma Universidade. Atualmente atua como pesquisadora em História no Arquivo Central do Poder Judiciário.
28 de agosto, sexta-feira, às 14h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Salão Histórico do I Tribunal do Júri
Rua Dom Manuel,29, 2º andar – Centro, Rio de Janeiro
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca
Exposição
Caminhos das Águas
A fotografia é uma poderosa ferramenta de expressão e reflexão, capaz de eternizar momentos e contar histórias que atravessam o tempo. Com esse espírito, a CEDAE promove a exposição “Caminho das Águas”, uma iniciativa que convida o público a descobrir as paisagens históricas e naturais dos primeiros grandes Sistemas de Abastecimento de Água do Estado do Rio de Janeiro, os Sistemas de Acari e de Ribeirão das Lajes. Acari inaugurado em 1908 e localizado na Reserva Biológica do Tinguá, nos municípios de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Miguel Pereira e Petrópolis. Ribeirão das Lages, a primeira adutora ficou pronta em 1940, e a segunda em 1949. A represa fica localizada no sopé da Serra do Mar, atual município de Piraí.
A mostra reúne fotografias assinadas por: Denise Ricardo, Diego Coimbra, Heraldino Junior e Vanessa Correia. As imagens revelam a beleza única das unidades de captação de água da CEDAE, construídas entre o final do século XIX e início do século XX, inseridas em áreas de preservação ambiental rica em biodiversidade. Mais do que uma exposição estética, “Caminho das Águas” propõe uma experiência imersiva, combinando arte e educação ambiental. Através de imagens impactantes, a exposição destaca a importância da água como recurso natural finito e essencial à vida, valorizando também o trabalho humano envolvido em sua captação, tratamento e preservação. É um convite à conscientização, à reflexão e à transformação social, incentivando uma nova relação com os recursos hídricos e o meio ambiente.
Até 28 de agosto
Espaço de Arte Desembargador Deocleciano Martins de Oliveira Filho
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Hall da Lâmina III do TJRJ
Rua Dom Manuel, 37 – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: livre
Entrada franca
Exposição
Lideranças Quilombolas do Rio de Janeiro: História e Resistência
O Museu da Justiça inaugura, no próximo dia 3 de junho, a exposição “Lideranças Quilombolas do Rio de Janeiro: História e Resistência”, mostra dedicada ao protagonismo das mulheres quilombolas na construção da história, da cultura e das lutas por direitos no Brasil. A abertura acontece em uma data simbólica: o Dia Estadual em Homenagem à Mulher Quilombola, instituído pela Lei Estadual nº 9.641/2022. Realizada em parceria com a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (COEM), a exposição reúne conteúdos históricos, fotografias, vídeos e instalações interativas que destacam trajetórias marcadas pela resistência, pela ancestralidade e pela defesa dos territórios quilombolas.
De Dandara dos Palmares a Dona Eva e Tia Uia, a mostra apresenta ao público histórias de importantes lideranças quilombolas do passado e presente que são referências fundamentais na luta pelo reconhecimento e preservação das comunidades quilombolas no estado do Rio de Janeiro. Além disso, divulga a fundamental atuação da Associação das Comunidades Quilombolas do Estado do Rio de Janeiro (ACQUILERJ) e do projeto “Dandara: Vozes Quilombolas pela Justiça” na contemporaneidade. Ao conectar memória, justiça social e valorização das culturas afro-brasileiras, a exposição reafirma o compromisso do Museu da Justiça com a preservação da memória e com o fortalecimento de reflexões sobre igualdade racial e de gênero, direitos e democracia.
3 de junho a 28 de agosto
Segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar, – Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca
Classificação indicativa: livre
Exposição
Inversão de Valores
O fantástico domínio da natureza sobre a vida humana encontra equilíbrio na exposição de arte visual “Inversões de Valores”, que o Museu da Justiça de Niterói inaugura no dia 10 de junho, o qual busca ampliar o debate sobre justiça e educação socioambiental. Na fase verde, o artista Marcelo Melo traz a atmosfera da refrescância para regenerar pensamentos de forma crítica e brincante, sugerindo às crianças de todas as idades a atenção sobre as urgências e emergências ambientais que atravessamos hoje. Com a elaboração de um graffiti exclusivo para a exposição no Museu da Justiça, a exibição está impactante e conta com mais de 40 obras, dentre pinturas sobre telas e materiais reciclados, ilustrações e materiais audiovisuais distribuídos nas salas “Apuramento e Sofisticação” e “O Papel Social do Artista”, com agenda aberta para visitas guiadas.
10 de junho à 14 de agosto
Segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre
Educativo do Museu | Visita Mediada
Caminhos da Justiça
O Museu da Justiça, para além das suas quatro paredes, explora as histórias e memórias do seu entorno. No Caminhos da Justiça temos por objetivo treinar os olhos do visitante a enxergar a temporalidade presente nos espaços que nos rodeiam no cotidiano. Localizado na Praça da República, o Palácio da Justiça de Niterói, antiga sede do poder judiciário fluminense, está cercado por prédios que integram a história da Primeira República e que costumavam ser o centro de decisões de todo estado do Rio de Janeiro, além da praça propriamente dita que homenageia grandes figuras do movimento republicano. E é nesse lugar onde os visitantes terão a experiência de descobrir as passadas disputas de poder e abismos sociais que essa região guarda em suas construções.
Museu da Justiça de Niterói
Agende sua visita!
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Duração: 50 minutos
Agendamento de grupos e escolas: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: livre
Educativo do Museu
Visita Mediada com Personagens Históricos: Deusas Themis e Maat & Ruy
Barbosa
O Museu da Justiça apresenta ao público o programa Visitas Mediadas com Personagens Históricos, uma experiência interativa e imersiva que propõe um novo olhar sobre a história do direito e da justiça no Brasil. A iniciativa estreia com visitas conduzidas pelas deusas Themis e Maat, interpretadas por Dulce Penna e Bárbara Vila Nova, e com um novo roteiro protagonizado pelo jurista Ruy Barbosa, vivido por Roberto de Souza.
De forma lúdica e envolvente, as visitas exploram os espaços e elementos históricos dos prédios do Museu da Justiça no Rio de Janeiro e em Niterói, conectando a história arquitetônica dos edifícios às experiências, narrativas e simbolismos de personagens que têm a justiça como princípio central de suas trajetórias.
Com o propósito de aproximar a sociedade do universo judiciário, o programa aposta na imersão e na interatividade para abordar temas como as origens das leis, os princípios da justiça, a formação do direito no Brasil e as obras presentes nos salões históricos dos museus. A visita é conduzida por figuras emblemáticas da história e da mitologia, ampliando o diálogo entre passado e presente, motivando o visitante a refletir sobre o futuro, bem como a importância do papel da Justiça e de seus valores para o bem comum.
As Visitas Mediadas com Personagens Históricos têm a mediação do Educativo do MUSEU e a duração de 50 minutos e sendo recomendadas para todos os públicos. Para participar basta realizar um agendamento prévio nos e-mails abaixo.
Agende sua visita!
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 50 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail:
museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos
Oficina de Argumentação:
Luiz Gama e a Questão Neto
O Programa Memória e Educação foi concebido para disseminar conhecimento histórico sobre a justiça e o direito brasileiros, utiliza como base o processo histórico de Luiz Gama na Questão Neto. A partir da pesquisa bibliográfica, foi elaborado um texto para leitura dramatizada. Durante a leitura, o público recebe um glossário com termos jurídicos e expressões antigas presentes no processo, preservando a imersão histórica e, ao mesmo tempo, tornando o conteúdo acessível ao explicar legislações e vocabulário não usual. Após essa etapa, os participantes são divididos em dois grupos e convidados a analisar casos fictícios envolvendo crimes de racismo e intolerância religiosa. Cada grupo deve elaborar uma carta ou comunicação sobre o crime apresentado.
Clique neste link para saber mais.
Recomendada para turmas de ensino médio, faculdades, ONGs e outros
grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail:
museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos
Educativo do Museu
Visita Mediada ao Museu da Justiça do Rio de Janeiro e Niterói
Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções dos Antigos Palácios da Justiça do Rio de Janeiro e de Niterói. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado nos salões históricos dos Tribunais do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.
Clique neste link para saber mais.
Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros
grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail:
museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos
Exposições de longa duração
“Origens do Direito e princípios da Justiça”
“História do Direito e da Justiça no Brasil”
Com o objetivo de aproximar a sociedade do universo jurídico e fortalecer a formação cidadã, o Museu da Justiça inaugura duas exposições de longa duração que apostam na imersão e interatividade para abordar as origens das leis, os princípios da justiça e a trajetória do direito no Brasil. As novas salas convidam o público a refletir sobre o papel da Justiça na construção da sociedade, conectando passado e presente de forma dinâmica e acessível.
Na primeira exposição, os visitantes iniciam sua jornada explorando os primeiros códigos jurídicos da história da humanidade, como o Código de Hamurabi e a Lei das Doze Tábuas, em uma linha do tempo que revela como as leis foram moldando as civilizações. Já na segunda sala, o foco se volta para o Brasil, com uma cronologia temática das principais leis, instituições jurídicas e casos judiciais emblemáticos. Figuras históricas como o advogado abolicionista Luiz Gama, o líder Guarani e ambientalista Marçal Tupã-Y e a presa política Inês Etienne Romeu surgem como protagonistas de lutas por justiça que atravessam a história brasileira.
Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Ed. Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manoel, 29, – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: Livre
Entrada Franca

Exposição
Exposições virtuais do Museu da Justiça
As exposições promovidas pelo Museu da Justiça são concebidas a partir de pesquisas desenvolvidas pelas suas equipes, do acervo sob sua guarda ou por artistas diversos, e têm por objetivo estimular a reflexão acerca de temas relacionados a justiça, direitos, cidadania e os desafios da sociedade contemporânea. Além de exposições presenciais, disponibilizamos em nosso portal diversas exposições que podem ser acessadas de onde você estiver.
Para visitar as exposições virtuais e saber mais sobre as exposições presenciais, acesse: Clique aqui para acessar a página de Exposições
Classificação indicativa: livre