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Programação de Julho

Venha conferir também os programas virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

 

 

Música no Museu
Karishma Ramírez | Harpa

O projeto Música no Museu dá continuidade à sua programação com a apresentação da harpista peruana Karishma Ramírez.

Natural de Lima e com raízes na região de Ayacucho, Karishma Ramírez dedica sua carreira à preservação e difusão da música tradicional andina. Cantora e harpista, teve sua formação musical marcada pela influência de sua avó, que lhe transmitiu as primeiras canções em quéchua, inspiração que permanece presente em seu repertório e em sua identidade artística.

Nesta edição, Karishma integra a programação do RioHarpFestival, o maior festival de harpas do mundo e um dos principais eventos internacionais dedicados ao instrumento. Inserido no projeto Música no Museu, o festival reúne harpistas de diversos países e promove o intercâmbio entre diferentes culturas e tradições musicais, reafirmando seu compromisso com a excelência artística e a valorização da música de concerto.

Em sua apresentação, a artista conduz o público por um repertório que celebra a riqueza da música andina peruana, unindo voz e harpa em interpretações que preservam a memória cultural de seu país e evidenciam a diversidade de sonoridades presentes na programação do Música no Museu.

14 de julho, terça-feira, às 12h30
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
l Tribunal do Júri
Rua Dom Manuel,29, 2º andar – Centro, Rio de Janeiro
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal
Educativo do Museu | Visita Mediada
Desvendando a arquitetura do Museu da Justiça

Desvendando a Arquitetura do Museu da Justiça é uma visita educativa que busca investigar os elementos artísticos e históricos que constituem os corredores, salões e caminhos do antigo Palácio da Justiça. Através de uma abordagem didática e interativa, os visitantes serão convidados a explorar os detalhes da composição arquitetônica do prédio e refletir sobre suas temporalidades e contextos de formação. O objetivo do passeio é (re)descobrir sentidos e significados escondidos nos conjuntos ou perdidos por efeito do tempo.

14 de julho, terça-feira, às 15h
Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Telefone: (21) 3133-3553 ou 3133-3768
E-mail: museu.seami@tjrj.jus.br
Clique neste link para acessar o formulário de agendamento
Participação franca
Classificação indicativa: 14

História Oral
Entrevistado: Juiz José Guilherme Vasi Werner

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça, com objetivo de preservar e divulgar a história recente da Justiça Fluminense por meio do testemunho de seus próprios agentes sob a coordenação do desembargador Ronald dos Santos Valladares.

Os sumários dos depoimentos são disponibilizados na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA, através do endereço eletrônico museu.seata@tjrj.jus.br.

Luisa Cristina Bottrel Souza é desembargadora aposentada do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Graduada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre em Direito pela Universidade Estácio de Sá, ingressou na magistratura em 1987, exercendo jurisdição em comarcas como Mangaratiba, Rio Claro, Niterói e Capital. Promovida ao cargo de desembargadora em 2003, atuou em câmaras cíveis e criminais do Tribunal. Aposentou-se em 2012 e atualmente atua como mediadora e árbitra.

Na entrevista ao Programa de História Oral do Museu da Justiça, Luisa Cristina Bottrel Souza relembra sua trajetória pessoal e profissional, desde a infância no Rio de Janeiro e a formação familiar até a escolha pelo Direito. Ao longo do depoimento, comenta sua formação na antiga Universidade do Estado da Guanabara, atual UERJ, sua passagem pela área jurídica do Banco do Brasil e o ingresso na magistratura, após aprovação em concurso público.

Com enfoque institucional, aborda os primeiros anos como juíza, marcados pela atuação nas Comarcas de Mangaratiba e Rio Claro, em um contexto de pouca estrutura e grande diversidade de atribuições. A entrevistada também relata experiências vividas como juiza de primeiro grau, destacando o contato direto com jurisdicionados, advogados e servidores, além dos desafios enfrentados por mulheres na magistratura naquele período.

Luisa Cristina Bottrel Souza reflete ainda sobre sua promoção ao cargo de desembargadora, sua atuação em câmaras cíveis e criminais e o processo que a levou à aposentadoria. O depoimento traz também considerações sobre as transformações do Judiciário ao longo do tempo, incluindo a ampliação da estrutura institucional, a informatização dos processos e os desafios relacionados ao acesso à justiça.

Por fim, a entrevistada comenta sua atuação após a aposentadoria, especialmente nas áreas de mediação e arbitragem. Ao tratar dos métodos adequados de solução de conflitos, destaca a importância da mediação como caminho para a construção de soluções pelas próprias partes e como possibilidade de contribuição para o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional.

Estreia 26 de julho, domingo
Clique aqui para assistir
Classificação indicativa: livre

Fotografia de drone, com visão do aerea do Museu da Justiça.

Educativo do Museu | Museu da Justiça
Visita mediada: Ao redor da Justiça

O Museu da Justiça, para além das suas quatro paredes, explora as histórias e memórias do seu entorno. Situado em um lugar histórico, caminhar pela rua Dom Manuel, é como entrar em uma máquina do tempo, perpassando pelo antigo bairro da Misericórdia até o antigo Paço Real, atual Praça 15 de novembro, um verdadeiro lugar de disputas de memórias. Essa visita tem como objetivo conscientizar magistrados, servidores e colaboradores desse território cheio de histórias e memórias da Cidade do Rio de Janeiro, no particular, e do Brasil, no geral.

28 de julho, terça-feira, às 15h
Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Telefone: (21) 3133-3768
E-mail: museu@tjrj.jus.br
Clique neste link para acessar o formulário de agendamento
Participação franca
Classificação indicativa: 12

Coisas de Museu
Curiosidades sobre a história do TJRJ e os acervos do Museu da Justiça

Série de vídeos que abordam curiosidades sobre a história do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. Todo mês histórias sobre os acervos do Museu da Justiça e o TJRJ. Novo episódio neste mês, "A lei das doze tábuas".

Clique aqui para assistir
Classificação indicativa: livre

Museu & Educação | Série de Entrevistas
Convidada: Valentina Carcano

O projeto Museu & Educação é uma série de entrevistas mensais, realizada em formato híbrido (com público presencial e virtual), que reúne profissionais da área da educação para promover reflexões sobre o papel do ensino na sociedade contemporânea. A iniciativa busca discutir os avanços técnicos, os desafios atuais e a trajetória histórica da educação, reconhecendo sua importância fundamental na formação do indivíduo desde a Grécia Antiga até os dias de hoje. Mais do que um ciclo de entrevistas, o programa se consolida como um espaço de diálogo sobre o sujeito contemporâneo, a sociedade e as múltiplas dimensões da educação em seu contexto histórico e social.

A Convidada do Mês de Agosto no Museu & Educação é Valentina Carcano: atriz, arte-educadora, pesquisadora e contadora de histórias. Graduada em Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), ela desenvolve sua trajetória profissional articulando atuação, educação e pesquisa em artes.

Sua sólida experiência na área educativa inclui dois anos como estagiária em Artes Cênicas no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde posteriormente integrou a equipe educativa oficial. Também atuou como monitora de teatro na Escola Integral Solar Meninos de Luz, na comunidade Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (RJ).

No audiovisual, integrou o elenco do longa-metragem Marcos, dirigido por Filipe Codeço e gravado em Armação dos Búzios (RJ). Como pesquisadora, fez parte do grupo Laboratório d’Inutilezas, coordenado pela Prof.ª Dra. Tatiana Motta Lima. Em 2025, ingressou como atriz na Trupe Peixe de Cardume, vinculada à Escola de Teatro Popular, instituição onde atualmente deita raízes como professora de teatro.

29 de julho, quarta-feira, às 14h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Exposição
Caminho das Águas

A fotografia é uma poderosa ferramenta de expressão e reflexão, capaz de eternizar momentos e contar histórias que atravessam o tempo. Com esse espírito, a CEDAE promove a exposição “Caminho das Águas”, uma iniciativa que convida o público a descobrir as paisagens históricas e naturais dos primeiros grandes Sistemas de Abastecimento de Água do Estado do Rio de Janeiro, os Sistemas de Acari e de Ribeirão das Lajes. Acari inaugurado em 1908 e localizado na Reserva Biológica do Tinguá, nos municípios de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Miguel Pereira e Petrópolis. Ribeirão das Lages, a primeira adutora ficou pronta em 1940, e a segunda em 1949. A represa fica localizada no sopé da Serra do Mar, atual município de Piraí.

A mostra reúne fotografias assinadas por: Denise Ricardo, Diego Coimbra, Heraldino Junior e Vanessa Correia. As imagens revelam a beleza única das unidades de captação de água da CEDAE, construídas entre o final do século XIX e início do século XX, inseridas em áreas de preservação ambiental rica em biodiversidade. Mais do que uma exposição estética, “Caminho das Águas” propõe uma experiência imersiva, combinando arte e educação ambiental. Através de imagens impactantes, a exposição destaca a importância da água como recurso natural finito e essencial à vida, valorizando também o trabalho humano envolvido em sua captação, tratamento e preservação. É um convite à conscientização, à reflexão e à transformação social, incentivando uma nova relação com os recursos hídricos e o meio ambiente.

25 de junho a 28 de julho
Espaço de Arte Desembargador Deocleciano Martins de Oliveira Filho
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Hall da Lâmina III do TJRJ
Rua Dom Manuel, 37 – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: livre
Entrada franca

Exposição
Lideranças Quilombolas do Rio de Janeiro: História e Resistência

O Museu da Justiça inaugura, no próximo dia 3 de junho, a exposição “Lideranças Quilombolas do Rio de Janeiro: História e Resistência”, mostra dedicada ao protagonismo das mulheres quilombolas na construção da história, da cultura e das lutas por direitos no Brasil. A abertura acontece em uma data simbólica: o Dia Estadual em Homenagem à Mulher Quilombola, instituído pela Lei Estadual nº 9.641/2022. Realizada em parceria com a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (COEM), a exposição reúne conteúdos históricos, fotografias, vídeos e instalações interativas que destacam trajetórias marcadas pela resistência, pela ancestralidade e pela defesa dos territórios quilombolas.

De Dandara dos Palmares a Dona Eva e Tia Uia, a mostra apresenta ao público histórias de importantes lideranças quilombolas do passado e presente que são referências fundamentais na luta pelo reconhecimento e preservação das comunidades quilombolas no estado do Rio de Janeiro. Além disso, divulga a fundamental atuação da Associação das Comunidades Quilombolas do Estado do Rio de Janeiro (ACQUILERJ) e do projeto “Dandara: Vozes Quilombolas pela Justiça” na contemporaneidade. Ao conectar memória, justiça social e valorização das culturas afro-brasileiras, a exposição reafirma o compromisso do Museu da Justiça com a preservação da memória e com o fortalecimento de reflexões sobre igualdade racial e de gênero, direitos e democracia.

3 de junho a 28 de agosto
Segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar, – Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Exposição
Inversão de Valores

O fantástico domínio da natureza sobre a vida humana encontra equilíbrio na exposição de arte visual “Inversões de Valores”, que o Museu da Justiça de Niterói inaugura no dia 10 de junho, o qual busca ampliar o debate sobre justiça e educação socioambiental. Na fase verde, o artista Marcelo Melo traz a atmosfera da refrescância para regenerar pensamentos de forma crítica e brincante, sugerindo às crianças de todas as idades a atenção sobre as urgências e emergências ambientais que atravessamos hoje. Com a elaboração de um graffiti exclusivo para a exposição no Museu da Justiça, a exibição está impactante e conta com mais de 40 obras, dentre pinturas sobre telas e materiais reciclados, ilustrações e materiais audiovisuais distribuídos nas salas “Apuramento e Sofisticação” e “O Papel Social do Artista”, com agenda aberta para visitas guiadas.

10 de junho à 14 de agosto
Segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Educativo do Museu | Visita Mediada
Caminhos da Justiça

O Museu da Justiça, para além das suas quatro paredes, explora as histórias e memórias do seu entorno. No Caminhos da Justiça temos por objetivo treinar os olhos do visitante a enxergar a temporalidade presente nos espaços que nos rodeiam no cotidiano. Localizado na Praça da República, o Palácio da Justiça de Niterói, antiga sede do poder judiciário fluminense, está cercado por prédios que integram a história da Primeira República e que costumavam ser o centro de decisões de todo estado do Rio de Janeiro, além da praça propriamente dita que homenageia grandes figuras do movimento republicano. E é nesse lugar onde os visitantes terão a experiência de descobrir as passadas disputas de poder e abismos sociais que essa região guarda em suas construções.

Museu da Justiça de Niterói
Agende sua visita!
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Duração: 50 minutos
Agendamento de grupos e escolas: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: livre

Fotografia dos atores trajados de deusa Themis, deusa Maat e Ruy Barbosa

Educativo do Museu
Visita Mediada com Personagens Históricos: Deusas Themis e Maat & Ruy Barbosa

O Museu da Justiça apresenta ao público o programa Visitas Mediadas com Personagens Históricos, uma experiência interativa e imersiva que propõe um novo olhar sobre a história do direito e da justiça no Brasil. A iniciativa estreia com visitas conduzidas pelas deusas Themis e Maat, interpretadas por Dulce Penna e Bárbara Vila Nova, e com um novo roteiro protagonizado pelo jurista Ruy Barbosa, vivido por Roberto de Souza.

De forma lúdica e envolvente, as visitas exploram os espaços e elementos históricos dos prédios do Museu da Justiça no Rio de Janeiro e em Niterói, conectando a história arquitetônica dos edifícios às experiências, narrativas e simbolismos de personagens que têm a justiça como princípio central de suas trajetórias.

Com o propósito de aproximar a sociedade do universo judiciário, o programa aposta na imersão e na interatividade para abordar temas como as origens das leis, os princípios da justiça, a formação do direito no Brasil e as obras presentes nos salões históricos dos museus. A visita é conduzida por figuras emblemáticas da história e da mitologia, ampliando o diálogo entre passado e presente, motivando o visitante a refletir sobre o futuro, bem como a importância do papel da Justiça e de seus valores para o bem comum.

As Visitas Mediadas com Personagens Históricos têm a mediação do Educativo do MUSEU e a duração de 50 minutos e sendo recomendadas para todos os públicos. Para participar basta realizar um agendamento prévio nos e-mails abaixo.

Agende sua visita!
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 50 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Oficina de Argumentação:
Luiz Gama e a Questão Neto

O Programa Memória e Educação foi concebido para disseminar conhecimento histórico sobre a justiça e o direito brasileiros, utiliza como base o processo histórico de Luiz Gama na Questão Neto. A partir da pesquisa bibliográfica, foi elaborado um texto para leitura dramatizada. Durante a leitura, o público recebe um glossário com termos jurídicos e expressões antigas presentes no processo, preservando a imersão histórica e, ao mesmo tempo, tornando o conteúdo acessível ao explicar legislações e vocabulário não usual. Após essa etapa, os participantes são divididos em dois grupos e convidados a analisar casos fictícios envolvendo crimes de racismo e intolerância religiosa. Cada grupo deve elaborar uma carta ou comunicação sobre o crime apresentado.

Clique neste link para saber mais.

Recomendada para turmas de ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Fotografia de um grupo partipando da visita mediada.

Educativo do Museu
Visita Mediada ao Museu da Justiça do Rio de Janeiro e Niterói

Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções dos Antigos Palácios da Justiça do Rio de Janeiro e de Niterói. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado nos salões históricos dos Tribunais do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.

Clique neste link para saber mais.

Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Exposições de longa duração
“Origens do Direito e princípios da Justiça”
“História do Direito e da Justiça no Brasil”

Com o objetivo de aproximar a sociedade do universo jurídico e fortalecer a formação cidadã, o Museu da Justiça inaugura duas exposições de longa duração que apostam na imersão e interatividade para abordar as origens das leis, os princípios da justiça e a trajetória do direito no Brasil. As novas salas convidam o público a refletir sobre o papel da Justiça na construção da sociedade, conectando passado e presente de forma dinâmica e acessível.

Na primeira exposição, os visitantes iniciam sua jornada explorando os primeiros códigos jurídicos da história da humanidade, como o Código de Hamurabi e a Lei das Doze Tábuas, em uma linha do tempo que revela como as leis foram moldando as civilizações. Já na segunda sala, o foco se volta para o Brasil, com uma cronologia temática das principais leis, instituições jurídicas e casos judiciais emblemáticos. Figuras históricas como o advogado abolicionista Luiz Gama, o líder Guarani e ambientalista Marçal Tupã-Y e a presa política Inês Etienne Romeu surgem como protagonistas de lutas por justiça que atravessam a história brasileira.

Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Ed. Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manoel, 29, – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: Livre
Entrada Franca

Imagens dos cartazes das exposições Arte, Educação e Sustentabilidade; Mostra o Escultor da Justiça: Um Olhar artístico sobre Deocleciano; Centenário do Antigo Palácio da Justiça de Niterói; e Mostra de Documentos Judiciais: Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo, sobre um fundo azul.

Exposição
Exposições virtuais do Museu da Justiça

As exposições promovidas pelo Museu da Justiça são concebidas a partir de pesquisas desenvolvidas pelas suas equipes, do acervo sob sua guarda ou por artistas diversos, e têm por objetivo estimular a reflexão acerca de temas relacionados a justiça, direitos, cidadania e os desafios da sociedade contemporânea. Além de exposições presenciais, disponibilizamos em nosso portal diversas exposições que podem ser acessadas de onde você estiver.

Para visitar as exposições virtuais e saber mais sobre as exposições presenciais, acesse: Clique aqui para acessar a página de Exposições

Classificação indicativa: livre