Autofit Section

 

 

 

 

O portal, lançado em 2015, foi o pioneiro nos Tribunais de Justiça do país e constitui uma das ações institucionais desenvolvidas pelo TJRJ, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (COEM) e do Núcleo de Promoção de Políticas Especiais de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar (NUPEVID), reafirmando o compromisso do Poder Judiciário fluminense com a perspectiva de gênero, a transparência dos dados e a divulgação dos direitos humanos das mulheres.

Ao longo dos anos, o Observatório Judicial passou com diversas atualizações em seu layout e em seus conteúdos, com objetivo de se tornar cada vez mais acessível às mulheres que necessitam de informações, bem como ao público em geral.

O espaço reúne dados estatísticos, informações sobre projetos institucionais, a rede de proteção às vítimas de violência,  o App Maria da Penh Virtual, dentre outros conteúdos que auxiliam ao público interno e externo no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

 

Missão

Prover a administração judiciária e a sociedade com dados estatísticos, pesquisas e notícias, servindo como instrumento potencializador de ações eficazes empenhadas no combate à violência doméstica de gênero.

Visão

Ser referência nacional para estudos e análises acerca da violência doméstica e de gênero.

Valores

Igualdade de gênero, educação de gênero, isonomia de direitos e deveres, combate à violência doméstica contra a mulher, eficácia, responsabilidade e transparência.

Objetivos
  1. Reunir todos os tipos de informações e dados sobre violência de gênero. 
  2. Promover o acompanhamento estatístico do fenômeno da violência doméstica no Judiciário Fluminense.
  3. Desenvolver conclusões e recomendações sobre a evolução da violência de gênero.
  4. Funcionar com base de dados estatísticos e informações sobre violência doméstica e familiar contra a mulher no âmbito da administração da Justiça Fluminense.
  5. Melhorar a coordenação e integração entre as diversas instituições que participam do desenvolvimento de protocolos.
  6. Realizar estudos e formular propostas de melhorias e reformas legislativas.
  7. Projetar e sugerir um plano de formação especializada para os membros do Judiciário e servidores que trabalham para Administração da Justiça.