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“Limite” é exibido no Centro Cultural em homenagem ao Dia do Cinema Brasileiro
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 19/06/2026 16h33

A imagem mostra uma sessão de exibição audiovisual em uma sala escura, com o público sentado de frente para uma tela de projeção. Na tela, destaca-se a palavra “LIMITE” em letras brancas estilizadas sobre fundo preto, indicando o título da obra exibida. Os espectadores estão acomodados em cadeiras organizadas em fileiras e observam atentamente a projeção. O ambiente possui iluminação reduzida, sendo complementado por luzes decorativas em tons avermelhados que iluminam plantas ornamentais posicionadas ao lado da tela. À direita da sala, há uma caixa de som sobre tripé e extintores de incêndio fixados na parede.

                                                                       Espaço Cultura na Justiça recebe sessão cinema com o filme Limite

O Espaço Cultura na Justiça, do Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ), virou uma sessão cinema com o filme Limite, um sucesso da produção cinematográfica brasileira. Para celebrar o Dia do Cinema Brasileiro, o programa do CCPJ, Cinemagister, exibiu nesta sexta-feira, 19 de junho, o filme clássico do diretor Mário Peixoto. 

O longa já foi considerado o melhor filme brasileiro de todos os tempos pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) em 2015. Limite foi lançado em 1931, mas a consagração da obra só surgiu a partir de 1988. O motivo: uma pesquisa da Cinemateca Brasileira o elegeu como o filme mais importante do país. Limite é o único longa realizado por Mário Peixoto, que o dirigiu aos 22 anos de idade.   

O chefe do serviço educativo do CCPJ, Wanderlei Lemos, destacou a importância do filme e sua relevância para a história do cinema. 
"Na exibição de hoje, somos testemunhas de um filme que atravessou o tempo. Um filme que tem quase um século de existência. Limite é admirado por diretores do naipe de Martin Scorsese. O Orson Welles também ficou muito impressionado." 

A história do filme passa em torno da vida de três pessoas à deriva em um barco. Duas mulheres e um homem relembram o passado e as memórias. O filme explora temas como solidão, liberdade, passagem do tempo e os limites da existência humana. O trio decide parar de remar, enquanto se conforma com a morte e a espera chegar. O longa foca no uso das imagens e sensações, mais do que em uma narrativa tradicional. 

VS/IA

Fotos: Felipe Cavalcanti/TJRJ