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Literatura, história e Direito em debate: Centro Cultural recebe Ana Maria Gonçalves, Mary Del Priore e Lenio Streck
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 20/03/2026 16h09

A imagem apresenta um layout institucional com fundo claro e elementos em tons de dourado e branco. À esquerda, há uma ilustração estilizada de máscaras teatrais — símbolo clássico das artes cênicas — com traços suaves e modernos. À direita, em destaque, está o texto “Programação Cultural”, com tipografia elegante, sendo a palavra “Cultural” em tamanho maior e com estilo mais decorativo. No canto superior direito, aparece o logotipo do CCPJ.RJ – Centro Cultural, também em dourado, reforçando a identidade institucional da peça.


 

O Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ), do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), recebe na próxima semana a escritora Ana Maria Gonçalves, a historiadora Mary Del Priore e o professor Lenio Streck. Confira abaixo a programação.

24 de março (terça-feira)

CCPJ recebe Ana Maria Gonçalves, escritora de Um Defeito de Cor

O programa Do Direito à Literatura, do Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ), em celebração ao Dia Internacional da Mulher, vai receber a escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra a integrar a Academia Brasileira de Letras (ABL) em mais de 120 anos de história da instituição. Autora de Um defeito de cor, obra que se tornou um sucesso de vendas e inspirou o samba-enredo da Portela em 2024, é um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea. 

Vencedor do Prêmio Casa de las Américas, o romance acompanha a trajetória de Kehinde e propõe uma leitura profunda sobre escravidão, diáspora africana, identidade e pertencimento. A obra foi eleita por especialistas como o melhor romance brasileiro do século XXI. 

Durante o encontro no Espaço Cultura na Justiça, a autora abordará como a humanidade, desde a pré-história, aprendeu a narrar experiências de uma geração a outra como parte de seu processo evolutivo. 

Serviço: 

Local: Espaço Cultura na Justiça, edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, à Rua Dom Manuel, 29 - Centro - Rio de Janeiro. 

Horário: 18h 

Clique neste link para mais informações

Entrada Franca

 

25 de março (quarta-feira)

A historiadora Mary Del Priore chega ao CCPJ em celebração ao Dia Internacional da Mulher 

O Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ) realizará encontro literário com a participação da historiadora Mary Del Priore como palestrante convidada. A autora abordará temas de sua obra vencedora do Prêmio Jabuti, Sobreviventes e guerreiras: uma breve história da mulher no Brasil de 1500 a 2000, que resgata trajetórias femininas fundamentais para a História, muitas vezes invisibilizadas. 

Autora de títulos como Uma breve História do Brasil, Meu nome é Francisca – uma breve história de Chica da Silva, Tarsila – uma vida doce-amarga, D. Maria I e da coleção Histórias da gente brasileira, em quatro volumes, Del Priore consolidou-se como referência em áreas como história das mulheres, da família e da infância; história da sexualidade; história da família imperial brasileira; além de estudos sobre consumo, vida privada e transformações da intimidade. 

Serviço: 

Local: Espaço Cultura na Justiça, edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, à Rua Dom Manuel, 29 - Centro - Rio de Janeiro. 

Horário: 18h 

Clique neste link para mais informações.

Entrada Franca

 

26 de março (quinta-feira)

Observatório em Diálogo debate limites da inteligência artificial com Lenio Streck 

O Observatório de Pesquisas Felippe de Miranda Rosa, do Centro Cultural do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (CCPJ), promoverá, no Auditório Desembargador Nelson Ribeiro Alves, mais uma edição do programa Observatório em Diálogo, com a participação do professor Lenio Streck. O encontro será conduzido a partir do lançamento de sua nova obra, Robô não desce escada e trapezista não voa: os limites dos aprendizes de feiticeiro

Reconhecido por sua atuação acadêmica e pública, Lenio Streck desenvolve, há anos, uma perspectiva crítica em relação às tendências simplificadoras do ensino jurídico e seus desdobramentos no cotidiano institucional.  

Em sua análise, questiona a ideia recente de que a inteligência artificial representaria um atalho para a solução de problemas complexos, ao oferecer respostas mais ágeis do que aquelas produzidas por meios humanos. Nesse contexto, o professor propõe uma reflexão sobre os riscos da exaltação acrítica da tecnologia. 

Serviço: 

Local: Auditório Desembargador Nelson Ribeiro Alves, na Erasmo Braga 115, 4º Andar, Lâmina I - Centro, RJ 

Horário: 18h 

Clique neste link para mais informações.

Entrada Franca

VS/IA