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Afrojazz contagia plateia do Centro Cultural com “O Som Original”
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 20/03/2026 12h22

A imagem mostra uma apresentação musical ao vivo em um ambiente fechado, com clima intimista e iluminação quente. No centro da cena, três músicos tocam instrumentos de sopro próximos a um microfone: À esquerda, um homem usa óculos escuros e camisa estampada em tons alaranjados enquanto toca um saxofone, com postura concentrada. No meio, outro músico, com cabelos em dreadlocks e óculos, toca um trompete, inclinado levemente para frente, em sintonia com os demais. À direita, um terceiro músico, com barba e tatuagem no braço, veste uma camisa em degradê alaranjado e toca um trombone, com o instrumento estendido em movimento. Ao fundo, outros integrantes da banda acompanham a apresentação: um baterista aparece parcialmente atrás dos músicos principais, tocando a bateria. À direita, um baixista com dreadlocks toca um baixo elétrico, completando a formação. O cenário possui uma parede de madeira com iluminação suave em tons de roxo e azul, criando uma atmosfera acolhedora e artística.

                                                                    Grupo Afrojazz apresenta seu show O Som Original na Sala Multiuso 

De volta à agenda do Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ), o programa Nota Justa ampliou seu repertório de apresentações musicais com a participação do grupo Afrojazz na noite desta quinta-feira, 19 de março. Quem esteve na Sala Multiuso do Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro teve motivos de sobra para levantar da cadeira e dançar com o ritmo contagiante do show O Som Original.  

A banda, que já se apresentou em conceituados festivais de jazz, como o Cotai Jazz e Blues, em Macau, na China, mistura a ancestralidade da música afro-brasileira com os combos de trompete e saxofone do jazz, sendo influenciado ainda pela guitarra elétrica do rock, pela cultura hip-hop e pela cadência do reggae. Para Eduardo Santana, trompetista e vocalista do grupo, o som do Afrojazz é uma celebração à música preta. 

“O Afrojazz nasceu da ideia de pesquisar sobre a música preta, africana, e todos os seus desdobramentos e influências na música brasileira. Juntamos um pouco de Jamaica com o jazz americano e tudo que na diáspora influenciou correntes musicais pelo mundo.” 

Além de Eduardo, o conjunto é composto por Oswaldo Lessa (saxofone), Antonio Neves (trombone), Gabriel de Aquino (guitarra), Rodrigo Ferrera (baixo), Roque Miguel (percussão) e Caio Couto (bateria). 

O repertório apresentado, e muito aplaudido pelo público, teve as composições Aflitos, Caminhos Abertos e Ska Jazz, do disco African Brothers, lançado em 2016, e também apresentou ao público músicas inéditas, como Sunset, que estará no novo álbum, Verde, Amarelo, Azul e Preto, com previsão para lançamento em junho desse ano.  

PB*/SF

*Estagiário sob supervisão

Fotos: Rafael Oliveira/TJRJ