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Presidente Ricardo Couto completa um ano de gestão e destaca trabalho coletivo em favor da Justiça e da sociedade
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 12/02/2026 16h56

A imagem mostra a fachada lateral do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O prédio é alto, com arquitetura moderna, revestido em vidro espelhado e estrutura em tons de bege e marrom. A parte superior reflete o céu azul com nuvens brancas, criando contraste entre o concreto urbano e o ambiente natural. Na base do edifício, há uma área com janelas retangulares alinhadas e uma marquise onde se lê a inscrição “TRIBUNAL DE JUSTIÇA” em letras metálicas. À frente, uma calçada ampla com circulação de pedestres indica movimento cotidiano na região. À esquerda da imagem, aparecem palmeiras e árvores que emolduram a cena, além de outro prédio ao fundo.

 

“Não se realiza nada sozinho. A atuação coletiva é essencial para garantir uma prestação jurisdicional adequada à sociedade”. Esse é o pensamento que tem orientado a atuação do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) no biênio 2025/2026, de acordo com o presidente Ricardo Couto de Castro.

Ao completar um ano de gestão, o desembargador faz um balanço dos principais avanços do Tribunal em 2025, apresentados em um vídeo institucional que destaca entregas concretas, planejamento estratégico e o compromisso permanente com a sociedade.

Foco na coletividade e na prestação jurisdicional

No vídeo, a redução do acervo processual é apontada como uma das grandes conquistas alcançadas pela gestão: foram 695 mil processos a menos em 2025, o que representa uma diminuição percentual de 11%. Os avanços se devem a uma combinação entre diversos fatores, como o aumento da produtividade dos magistrados, o equilíbrio na distribuição de demandas, por meio da desregionalização, o aumento e fortalecimento dos núcleos de justiça 4.0, o fortalecimento dos métodos consensuais de solução de conflitos e o investimento em transformação digital.
 
No âmbito da governança e do diálogo institucional, o TJRJ ganhou reconhecimento e projeção nacional, garantindo o 1º lugar entre os tribunais estaduais de grande porte no Ranking de Transparência do CNJ, além de certificações como o Selo Nós por Elas, voltado à promoção da equidade e à prevenção da violência de gênero, e o Selo Ouro de Qualidade no Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP), desenvolvido pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Atricon.
 
A gestão também avançou de forma estruturada na produção e na disseminação do conhecimento jurídico, ampliando o acesso à informação qualificada tanto para magistrados e servidores quanto para o jurisdicionado. Nesse contexto, a reformulação do Centro de Estudos e Debates (CEDES) contribuiu para a construção de um espaço qualificado de reflexão e uniformização jurisprudencial, trazendo magistrados de 1º e 2º graus para o centro do debate jurídico institucional.

Papel social: cultura, memória e cidadania
 
Outro eixo que ganhou destaque em 2025 foi a valorização do papel social do Tribunal, compreendido para além da função jurisdicional. Ao longo do ano, o TJRJ ampliou sua atuação nas áreas de cultura, preservação da memória institucional, sustentabilidade, acessibilidade e cidadania. Para o presidente, estas ações reafirmam a compreensão de que a Justiça se legitima quando se faz presente na vida das pessoas, atuando de forma responsável, inclusiva e comprometida com os direitos fundamentais.
 
Assista ao vídeo e conheça os principais avanços da gestão em 2025 e as diretrizes para 2026:

 


 
 
SGCON/DEDIF/DIMAU