Solidariedade que salva vidas: campanha de doação de sangue mobiliza servidores e colaboradores no TJRJ
Sandra foi a primeira a chegar na fila para doar sangue
O que você seria capaz de fazer para salvar a vida de quem você ama? A supervisora das recepcionistas Sandra Vasconcelos fez algo que a maioria das pessoas saudáveis podem fazer: doar sangue. “Quando minha mãe quebrou o fêmur, precisou de doação. Desde aquele dia, há mais de cinco anos, sou uma doadora frequente”. Ela foi a primeira a chegar no térreo da Lâmina III, no Fórum Central, para participar da campanha de doação de sangue promovida pelo Tribunal de Justiça do Rio de janeiro (TJRJ), nesta terça-feira, dia 3 de fevereiro, e que arrecadou 98 bolsas.
A ação, planejada pelo Departamento de Acessibilidade e Inclusão Social (Deais), da Secretaria-Geral de Sustentabilidade e Responsabilidade Social (SGSUS), em parceria com o Hemorio é mais do que uma cooperação institucional, destacou a juíza auxiliar da presidência do TJRJ Paula Feteira. “Essa parceria entre o Tribunal de Justiça e o Hemorio existe há anos e é um chamado à solidariedade e à empatia. É uma parceria comprometida em salvar vidas”.
Ação na Lâmina III arrecadou 98 bolsas de sangue
O secretário-geral da SGSUS, Carlos Eduardo Menezes da Costa, adotou o costume de contribuir para o banco de sangue regularmente. Enquanto realizava a coleta, o secretário pontuou sobre um novo papel exercido pelo Poder Judiciário ao apoiar a iniciativa. “A ação social de hoje demonstra que o Tribunal de Justiça não é apenas um agente julgador, mas é também um agente de cidadania”.
A estagiária Ketellyn Vitória Angelo aproveitou a campanha ter sido realizada próxima de seu ambiente de trabalho para realizar sua primeira doação. “Eu sempre tive medo de agulha – o que é contraditório porque tenho muitas tatuagens. Mas, quando uma amiga começou a cursar enfermagem, me falou sobre a importância do ato e vim contribuir pela primeira vez. Se meu sangue pode salvar vidas, por que não ajudar?!”.
Kettelyn Vitória doou sangue pela primeira vez
Nos períodos de festas e férias, o nível de arrecadação tende a reduzir. Mas, é justamente nesse tempo que a necessidade é maior, alertou o médico Allan Semeghini. “Nos hospitais, já há a demanda normal do dia a dia. No entanto, nos momentos festivos, em que as pessoas tendem a viajar e comemorar mais, como no carnaval, o índice de acidentes e cirurgias cresce, e a busca por doação de sangue também”.
Qualquer pessoa saudável, que tenha entre 16 e 69 anos de idade e que pese mais de 50 kg, pode doar. Clique neste link e conheça mais sobre os pontos de coleta.
KB/IA
Foto: Brunno Dantas/ TJRJ