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Projeto sobre arquivos da escravidão recebe menção honrosa no 6º Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), por meio do Museu da Justiça e do Departamento de Gestão de Acervos Arquivísticos (DEGEA), unidades vinculadas à Secretaria-Geral de Gestão do Conhecimento (SGCON), recebeu, nesta sexta-feira (8/5), menção honrosa no 6º Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário pelo projeto “Arquivos Judiciais da Escravidão no Vale do Paraíba Fluminense”. O projeto foi promovido em parceria com o Ministério Público Federal, e teve como objetivo identificar e mapear instituições da região do Vale do Paraíba Fluminense que preservam processos judiciais relacionados à escravidão, buscando recuperar, preservar e disponibilizar esses acervos a sociedade. A iniciativa resultou na publicação de um livro, disponível gratuitamente no site do Museu da Justiça, na realização de um seminário, além da exposição “O Vale da Escravidão”. Receberam a menção honrosa a juíza auxiliar da Presidência, Dra. Paula Feteira Soares, e a diretora do Museu da Justiça, Siléa Macieira. Também representaram o TJRJ: Gilberto de Souza Cardoso, diretor da Divisão de Gestão de Documentos; Juíza Mirela Erbisti, integrante do COGEN 1º; e Tatiana Brandão, integrante do NAPJUS. A premiação ocorreu durante o VI Encontro Nacional de Memória do Poder Judiciário (ENAM), que está sendo realizado em Belém, PA.

 
Oficina educativa recebe jovens da Associação Beneficente São Martinho

O Museu da Justiça recebeu, na terça-feira (5/5), um grupo de jovens assistidos pela Associação Beneficente São Martinho para a oficina “Quem Somos Nós”, promovida pelo Educativo do Museu em celebração ao Dia dos Povos Originários. A atividade, mediada por arte-educadores, propôs experiências artísticas e a produção de desenhos inspirados em mitos e narrativas indígenas, como o mito do Caboclo Tapindaré e da deusa-onça Kianumaka-Manã.

 
Livro “Joel, o contador de histórias” é lançado no Museu da Justiça

O Salão Nobre do Museu da Justiça recebeu, nesta quarta-feira (6/5), o lançamento do livro infantil “Joel, o contador de histórias”, da autora Cintia Barreto. O evento marcou o encerramento da exposição “Entre Histórias e Utopias: o legado de Joel Rufino” e contou com bate-papo entre a autora, Teresa Garbayo dos Santos, viúva de Joel Rufino, Mariana Warth, Maximiliano de Souza e Giuliano de Miranda Junior, museólogo e historiador do Museu da Justiça, que participaram da produção e montagem da mostra. A obra presta homenagem ao escritor e historiador Joel Rufino dos Santos, referência na luta antirracista no Brasil.

 
Orquestra Carioca de Flautas apresenta concerto em homenagem aos povos originários

Em celebração ao Dia dos Povos Indígenas, comemorado em 19 de abril, a Orquestra Carioca de Flautas realizou, na Sala Multiuso do Museu da Justiça, o concerto “Tributo aos povos negros e originários”, sob regência de Eduardo Lagreca Fan. A apresentação celebrou a memória, a ancestralidade e a riqueza cultural dos povos originários e negros, promovendo uma reflexão sobre identidade e herança cultural. O repertório reuniu peças de choro, samba e música de concerto, evidenciando as raízes da cultura brasileira.

 
Museu da Justiça recebe doação de livros para o programa Troca de Livros

O Museu da Justiça recebeu, nesta quarta-feira (7/5), a doação de mais de 300 livros da Editora Cândido para o programa Troca de Livros. Os exemplares estarão disponíveis nas próximas edições da atividade, que convida o público a trazer um livro em bom estado e trocá-lo por outro de seu interesse. A iniciativa busca incentivar a circulação de saberes, estimular o hábito da leitura e promover o encontro entre leitores.

 
Museu inaugura exposição “Justiça e Tecnologia: o objeto evoca a passagem do tempo”

Como parte das ações do Projeto Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal, o Museu da Justiça inaugurou a exposição “Justiça e Tecnologia: o objeto evoca a passagem do tempo”. A mostra propõe uma reflexão sobre as transformações do fazer jurídico a partir de objetos históricos do acervo do Museu, apresentando equipamentos e tecnologias utilizados ao longo da história do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. A exposição evidencia como os avanços técnicos contribuíram para a modernização dos serviços judiciários e para a ampliação do acesso à Justiça.

 
Equipe do Museu realiza visita técnica ao Quilombo Ferreira Diniz

Um grupo de historiadores, arquivistas e produtores culturais do Museu da Justiça realizou, nesta sexta-feira (8/5), visita técnica ao Quilombo Ferreira Diniz, localizado no bairro da Glória. Durante a atividade, foi realizada entrevista com Tia Cida, liderança do quilombo. A equipe buscou registrar saberes afro-brasileiros presentes nas memórias, práticas culinárias e tradições familiares compartilhadas por moradores, trabalhadores e frequentadores do espaço. O trabalho integra a pesquisa para a exposição “Lideranças Quilombolas do Rio de Janeiro: História e Resistência”, prevista para ser inaugurada em junho.

 

Texto: Thiago Campos
Fotos: João Victor / Silea Macieira / Tatiana Brandão

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