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Exposição Rio de Janeiro: Entre Histórias e Utopias: o legado de Joel Rufino

A exposição "Entre Histórias e Utopias: O legado de Joel Rufino" foi inaugurada na tarde desta quinta-feira (27), no Museu da Justiça, com mesa de abertura. Estiveram presentes o des. Wagner Cinelli, presidente dos COGENs, o professor Almílcar Pereira, doutor em História pela UFF, Amauri Pereira, especialista em História da África e pesquisador no CEAA-UCAM e Samantha Quadrat, professora de História da América Contemporânea da UFF e autora dos capítulos "O menino que descobriu o segredo do Brasil - Joel Rufino dos Santos" e "De pai para filho: cartas da prisão de Joel Rufino dos Santos". A Mediação ficou por conta de Gilmar de Almeida Sá, historiador e chefe do Serviço de Acervo Textual, Audiovisual e de Pesquisas Históricas do Museu da Justiça.

Durante a mesa, os convidados puderam fazer reflexões intelectuais e pessoais sobre a vida e a obra de Joel Rufino. Todos trouxeram a influência de Rufino para o ensino de História no Brasil, por ter sido um dos autores da "Coleção História Nova", mas também nos pequenos detalhes e episódios da vida particular de cada um. O des. Wagner Cinelli celebrou a inauguração da exposição ao lembrar que a sociedade de hoje é marcada pela de desigualdade, e que iniciativas como essa são essenciais para combatê-la. 

Após a mesa de abertura, o público pôde visitar a exposição com mediação. 

Troca de Livros: Especial Mês da Consciência Negra
 
O Museu da Justiça realizou, nesta sexta-feira (28), edição especial do Troca de Livros por conta do mês da consciência negra. Estiveram presentes como convidados André Luiz Peçanha, administrador de empresas com pós-graduação em comunicação estratégica e branding e Alexandre Castro, formado em música pela UFRJ e especialista História e Cultura Afro-Brasileira pela Faculdade Minas gerais.
 
Houve ainda, na ocasião, a Troca de Livros, programa em que visitantes podem pegar um livro disponível para doação e deixar outro para ser doado. 

Aula Pública - Niterói: Levantes Comunistas de 1935, Entre Disputas e Memórias


O Museu da Justiça de Niterói recebeu, nesta quarta-feira (26), a aula pública "Levantes Comunistas de 1935, Entre Disputas e Memórias". A professora Vivian Zampo, do PPGH-UNIVERSO, tratou da chamada "Intentona Comunista" a partir da articulação entre história política e disputa de memórias. VIvian Zampo trouxe fontes e dinâmicas interativas ao público para falar das insurreições fracassadas que aconteceram entre Rio de Janeiro, Natal e Recife, quando setores militares, sob a liderança do Partido Comunista do Brasil (PCB), procuraram organizar uma revolução armada com o objetivo de retirar Vargas do poder e transformar a ordem vigente.

 
Amahl e os Visitantes Noturnos | Ópera

O projeto Recitais Unirio esteve no Museu da Justiça na tarde desta sexta-feira (28), com “Amahl e os Visitantes Noturnos” , ópera omposta em 1951 por Gian Carlo Menotti (1911–2007), que narra a história de Amahl, um garoto que anda amparado por muletas e vive com sua mãe viúva, ambos muito pobres. Em uma noite, recebem a visita dos três reis que viajam seguindo a estrela que leva a um recém-nascido.

O Recitais Unirio é um projeto de cultura da Unirio que tem como missão aproximar o público da música de concerto, promovendo apresentações em espaços culturais e escolas públicas da cidade do Rio de Janeiro. 

Visitas com Ruy Barbosa e Deusas Themis e Maat


O Museu da Justiça promoveu, na tarde desta quarta-feira (26), testes de visitas mediadas teatralizadas com Ruy Barbosa e as deusas Themis e Maat. A iniciativa busca trazer símbolos importantes para a Justiça para apresentar melhor espaços históricos. Ruy Barbosa é conhecido como Patrono da Justiça no Brasil, enquanto Themis é a deusa grega ligada a lei e a ordem, e Maat a responsável pelo julgamento dos mortos no antigo Egito. As visitas vão passar a ocorrer mediante agendamento com o programa educativo.

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