Agenda

 

Convite para as atividades da Agenda Cultural do PJERJ na semana especial dedicada ao mês das mulheres!

A Agenda Cultural do PJERJ programou uma semana especial dedicada ao mês das mulheres para debater e pensar sobre feminismo, violência doméstica, equidade de gênero, estereótipos femininos, direitos, e tantos outros temas que envolvem a condição de ser mulher numa cultura machista.

O debate será proposto por meio de diversas atividades: visitas mediadas à exposição MULHERES A HORA E A VOZ, realizadas pela sua curadoria e pelo Educativo do CCMJ; realização da Tribuna Livre SEJA PROTAGONISTA DA SUA VIDA, ciclo de debates e leituras em torno da obra da psicanalista, jornalista e escritora feminista Carmen da Silva (1919-1985), apresentação de três sessões do espetáculo POR ELAS, que aborda o tema da violência doméstica.

Informamos que os ingressos para as três sessões da peça, nos dias 28, 29 e 30, de quinta-feira a sábado, serão distribuído para o público interno do PJERJ nos dias 25, 26 e 27 de março, das 11h às 17, na sala T02, do APJ-Rio, Rua Dom Manuel, 29.

 

Sua presença é muito importante!

VIVA AS MULHERES!

Todo dia é dia de lutar pelo fim da violência contra a mulher!

De 25 a 30 de março, de segunda a sábado

Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro (APJ-Rio)

Realização: Serviço de Agenda Cultural (SEAGC)

 

Segue abaixo, a programação completa:

 

I. EXPOSIÇÃO - Mulheres, a Hora e a Voz - Direitos, Conquistas e Desafios

Aberta em 29 de janeiro, em homenagem à efeméride do aniversário de 30 anos da Constituição Brasileira, a exposição é conduzida pela memória de quatro protagonistas que ecoam a voz de tantas outras brasileiras que atuaram ativamente no processo da Constituinte e tiveram importância fundamental na retomada do feminismo brasileiro nas décadas de 1970/1980: Jacqueline Pitanguy (socióloga, presidente do CNDM de 1985 a 1989), Comba Marques Porto (advogada, coordenadora da Campanha “Mulher e Constituinte”), Leila Linhares Barsted (advogada, consultora jurídica da OAB Mulher, assessora do CNDM) e Schuma Schumaher (pedagoga, assessora do CNDM e articulista da campanha “Mulher e Constituinte”).

APJ-Rio / Salão Histórico do I Tribunal do Júri

Aberta à visitação pública, de segunda a sexta-feira, das 11h às 18h, e sábados, de 14h às 18h.

Agendamento de grupos para visitas mediadas: 3133-3366 / 3133-3368 / ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br / ccmj.educativo@tjrj.jus.br

 

II. TRIBUNA LIVRE – SEJA PROTAGONISTA DA SUA VIDA Uma homenagem à Carmen da Silva (1919 1985) / CICLO DE LEITURAS E DEBATES

Em homenagem à efeméride de 100 anos de nascimento de Carmen da Silva, psicanalista, jornalista, escritora, um dos ícones dos movimentos feministas brasileiros nas décadas de 1970/1980. Durante 22 anos ininterruptos, entre 1963 e 1984, Carmen redigiu a coluna "A arte de ser mulher" na revista Claudia, da Editora Abril. A coluna antecipou alguns dos debates que seriam encampados pelo movimento feminista do Brasil. Neste ciclo, a advogada Comba Marques Porto, contemporânea e amiga de Carmen, autora do livro “A arte de ser ousada”, reúne um grupo de feministas, intelectuais, pensadoras, acadêmicas, juízas algumas delas amigas de Carmenpara debaterem sobre temas relevantes para a reflexão da condição de ser mulher. Os debates serão mediados por juízas de direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Além dos debates, haverá leituras de trechos de obras da homenageada.

Leituras de trechos de “O melhor de Carmen da Silva” e “Histórias Híbridas de uma senhora de respeito”

Leitoras / Atrizes: Adriana Seiffert / Deborah Rocha / Ludimila D´Angelis / Tatiana Aragão

Direção e seleção dos trechos: Silvia Monte

25/3, segunda-feira, 19h

“O papel de Carmen da Silva na formação da consciência feminista e nas articulações do movimento feminista das décadas 1970/1980. ”

Comba Marques Porto – Advogada, juíza aposentada da magistratura trabalhista, consultora jurídica.
Jacqueline Pitanguy – Socióloga e cientista política. Fundadora e diretora executiva da ONG CEPIA. Diretora do WLP, Women Learning Partnership for Rights, Development and Peace.
Leila Linhares Barsted – Advogada, fundadora e diretora executiva da ONG CEPIA representante brasileira no Mecanismo da OEA de Acompanhamento da Implementação da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher.
Malu Heilborn – Historiadora, Doutora em Antropologia Social. Professora Associada do Instituto de Medicina Social do Instituto de Medicina Social da UERJ.
Mediadora: Adriana Ramos de MelloJuíza Titular do I Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (TJRJ).

26/3, terça-feira, 19h

“A construção de estereótipos femininos na cultura machista”

Flavia Oliveira Jornalista, comentarista de Economia do Estúdio i da Globo News, desde 2007 e da Rádio CBN.
Hildete Pereira de Mello – Economista e professora, Universidade Federal Fluminense (UFF).
Mediadora: Andrea PacháJuíza de Direito, Titular 4ª da Vara de Órfãos e Sucessões da Comarca da Capital (TJRJ).

 

27/3, quarta-feira, 19h

“Violência Contra a Mulher – Pauta Fundamental do Feminismo”

Adriana Ramos de Mello Juíza Titular do I Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (TJRJ) .
Arlanza Maria Rodrigues Rebello Defensora P
ública aposentada da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro.
Nilceia Freire – Formada em Medicina (UERJ, acadêmica, pesquisadora gestora pública).
Mediadora: Tula Mello – Juíza Direito, 20ª Vara Criminal (TJRJ).

APJ-Rio / Salão Histórico do I Tribunal do Júri

Informações: 3133-3366 / 3133-3368

ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br

Distribuição de senhas às 18h30.

 

III. POR ELAS

Inspirada em histórias reais, a peça aborda a realidade de mulheres brasileiras vítimas de violência no relacionamento com seus parceiros e as inúmeras dificuldades de ordem psíquica, jurídica, familiar, social e cultural para romperem com o “ciclo da violência”. A dramaturgia de POR ELAS, passeia pelo épico e pelo dramático, pelos tempos presente e passado. Cada uma das sete personagens femininas carrega histórias de outras tantas mulheres brasileiras. A figura masculina – evocada pelas lembranças das mulheres – provoca a reflexão do que o homem representa para elas dentro desse universo perverso de “amor e ódio”, “submissão e poder”, das relações entre mulheres e homens, numa sociedade patriarcal que estimula o machismo.

Dias e horário: 28, 29 e 30 de março, às 19h

Classificação indicativa: 14 anos / Duração: 80 min.

APJ-Rio / Sala Multiuso

Informações: 3133-3366 / 3133-3368

ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br

Distribuição de ingressos para o público interno do PJERJ: dias 25, 26 e 27 de março, das 11h às 17, na sala T02, APJ-Rio - Rua Dom Manuel, 29, Térreo.

 

 

 

  • 7ª CAMINHADA SÃO GONÇALO DE MÃOS DADAS PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

 

  • ENCONTRO DE MAGISTRADOS DA COMPETÊNCIA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER

 

 

 

 

A escola é ambiente de diversidade e deve incentivar a descoberta do mundo sem preconceitos.

É professora? Professor? Baixe os planos de aula sobre gênero na escola.

A iniciativa tem o apoio da Nova Escola e da União Europeia

cartaz contendo informações e links para o acesso à campanha Escola sem machismo da ONUMULHERES