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Cartilha lançada pelo TJRJ explica o funcionamento do Programa Apadrinhar

Notícia publicada pela Assessoria de Imprensa em 2015-11-25 16:48:00.281

A Comissão Judiciária de Articulação das Varas da Infância, Juventude e Idoso (Cevij) do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) lançou nesta quarta-feira, dia 25, a primeira edição da cartilha do Programa de Apadrinhamento a fim de divulgar e esclarecer o sobre o Projeto.

A cartilha possui 14 páginas divididas em sete tópicos e contém ilustrações, explicações e o objetivo do funcionamento do Programa. As primeiras páginas são dedicadas à apresentação da iniciativa, explicando os três tipos de apadrinhamento: afetivo, provedor e colaborador. A publicação destrincha a ação do programa, com os requisitos, obrigações e observações de cada modalidade. Os tópicos finais listam os deveres e compromissos dos padrinhos e dos afilhados, além de pontuar observações importantes.

A cartilha foi elaborada pela Diretoria-Geral de Desenvolvimento Institucional (DGDIN) e pela Diretoria-Geral de Comunicação e Difusão do Conhecimento (DGCOM) do TJRJ. A impressão foi feita pelo Serviço de Programação e Produção Gráfica (DGLOG/Segra).

O Programa de Apadrinhamento tem como objetivo propiciar às crianças e adolescentes com possibilidades escassas de reinserção familiar a oportunidade de construir laços afetivos e materiais, com auxílio educacional e profissional de pessoas dispostas a se tornarem padrinhos ou madrinhas. O Apadrinhar está entre os finalistas do XII Prêmio Innovare de 2015.

Na última segunda-feira, dia 23, o Programa de Apadrinhamento foi estendido para todo o Estado do Rio de Janeiro. Anteriormente, a iniciativa criada pelo juiz Sergio Luiz Ribeiro de Souza, da 4ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Capital, era aplicada exclusivamente na Zona Oeste da cidade.

JGP / SAF